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Description: Tradução do livro Why's (Poignant) Guide to Ruby para português.
Homepage: http://poignantguide.net/ruby/
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        Paij-ree era um jovem e audaz Endertromaltoek. Ele martelava ossos de animais em longos,
        deslumbrantes trompetes com oríficios profundos que eram conectados por cortiças que os
        músicos uniam a seus dedos. Obviamente ele vendeu apenas três destas unidades, mas ele estava
        amplamente injuriado pois um acadêmico autônomo, um tipo demônico, para ele era de uma classe
        mais pobre e os pobres só conseguiam seu brilhantismo através de práticas satânicas. Claro,
        estavam certos, de fato, ele tinha um acordo com os magos negros, com quem ele mantinha
        encontros anuais, sofrendo atormentadoras primaveras ardentes, banhando-se enquanto
        eles lançavam feitiços.
 
 
        Ele adorava seu pai, mesmo sabendo que seu pai deteriorara em nada mais que um giroscópio.
        Ele idolatrava o trabalho do homem e gastava seus pequenos ganhos jogando na loteria. Ele
        adorava assistir os numerais, cada um pintado sobre bolas de argila ocas, levantadas do _robloch_
        (que é qualquer tipo de fluido, reservatório ou entorno que vem resiste a presença de fantasmas),
        os grandes banqueiros amarrando-as num cordão de prata, lendo-as em ordem.
 
 
        Mesmo hoje. Paij-ree pinta as cenas com pinceladas cruas de tinta preta em folhas de papel alumínio.
        É bastante tocante ver o que ele recuperou na preciosidade de sua memória, mas não sei dizer
        exatamente porque ele o faz em folhas de papel alumínio. Seus desenhos rasgam com bastante facilidade.
        O próprio Paij-ree fica confuso e lhe servirá bolo de pão usando esta arte, mesmo após ela ter sido
        corretamente emoldurada. Então, são tantas coisas sobre ele que são problemáticas e absurdas e
        absolutamente miseráveis.
 
 
        A doença espalhou-se sobre a forma de seu pai e ervas pantanosas cobriam as mãos e a face
        de seu pai. O musgo empurrava sua espinha para uma rígida verticalidade. Tão espesso era
        o turmo sobre sua cabeça que ele aparentava vestir um arbusto num chapéu de lançador. Ele
        também chamava a sis mesmo por um novo nome -- *Quos* -- e ele curava as pessoas em que tocava,
        deixando uma pilha de vilas cheias de vida no seu caminho a medida que viajava pelas cidades.
        Muitos o chamavam de Musgossias e choravam sob seus pés, o que molhava os brotos e o levava
        a germinar no solo. Isto o deixava momentaneamente irritado, ele duramente chacoalhava suas
        pernas para libertar-se e selvagemente levava suas mãos ao céu, trazendo um trovão de fragmentos
        de luz sobre estes patéticos
 
 
        Paij-ree estava distante das odisséias espirituais de seu pai (de fato, pensou o homem
        morto), então ele apenas viu a decadência da loteria sem a presença de seu capitão.
        É neste ponto em que Paij-ree foi ao trabalho, revivendo a falecida loteria de sua família.
        Paij-ree was apart from the spiritual odysseys of his father (in fact, thought the man
        dead), so he only saw the decay of the lottery without its captain present. Here is
        where Paij-ree went to work, reviving the dead lottery of his family.
 
 
        h3. Jogando com Poucos Dedos
 
 
        A cidade estava repleta de pessoas que perderam o interessa na loteria. O tempo
        tinha realmente exaurido a todos. Aquela terrível chuva alagando seus porões.
        Toda a cidade foi forçada a mover uma estória adiante. Você colocaria a tampa de volta
        em sua caneta e então arruinaria a caneta, visto que a tampa já estava repleta de lama.
        Todos estavam esgotados, muitas pessoas afogadas.
 
 
        Paij-ree gastaba seus dias numa quadriliche, o único móvel que permanecia acima do nível
        dor mar. Ele dormina na cama de cima. A terceira cama também estava seca, então ele deixava
        uma gaivota desabrigada de sua cratera fazer seu ninho sobre a cama. A gaivota não precisava
        de toda a cama, então Paij-ree também mantinha seus lápis e calculadores nela.
 
 
        De início, estes foram tempos muito sombrios para ambos, e eles persistiram em continuar
        com má aparência o tempo todo. Paij-ree tornou-se obcecado por suas unhas, mantendo-as longas e
        intocadas, enquanto o resto dele deteriorava sob uma vasta cabeleira. Na companhia de Paij-ree,
        a gaivota da cratera aprendeu sua própria excentricidade e arrancava todas suas penas do lado
        direito de seu corpo. Ela se parecia com um diagrama em corte.
 
 
        Eles aprenderam a ter épocas felizes. Paij-ree entalhou uma flauta a partir da parede usando
        suas unhas e a tocava frequentemente. Na maioria das vezes ele tocava suas canções relaxantes
        durante o dia. À tarde, eles batiam na parede e chacoalhavam a estrutura da cama em ritmo com
        sua música. A gaivota ficou doida quando ele tocou quatro notas determinadas repetidamente.
        Ele assistia a gaivota em êxtase voando em círculos. Paij-ree mal podia manter sua compostura
        dado o efeito que tinha aquela pequena melodia. Ele não se aguentava, babando de tanto rir.
 
 
 
        Paij-ree chamava a gaivota de _Eb-F-F-A (Mi-bemol-Fá-Fá-Lá)_, depois desta música favorita.
 
 
        A amizade pode ser um excelente catalisador para o progresso. Um amigo pode encontrar
        em você características que nenhuma outra pessoa consegue ver. É como se ele procurasse
        sua pessoa e de algum jeito encontrasse cinco jogos completos de talheres de prata que
        você nunca soube que estiveram lá. E mesmo que este amigo não entenda porque você tem
        estes talheres escondidos, é, ainda assim, um grande feito, digno de respeito.
 
 
        Enquanto _Eb-F-F-A_ não encontrava a prataria, ele havia encontrado uma outra coisa.
        Uma pilha de uma outra coisa. Visto que Paij-ree estava abandonado sobre a cama quádrupla,
        a gaivota faria uma exploração em busca de alimento. Um dia ela voou até um barril, flutuando
        sobre onde ficava o galpão de ferramentas. _Eb-F-F-A_ andou sobre o barril, rolando-o até a
        casa de Paij-ree e então o quebrou, revelando a coleção perdida de bicos de pato.
 
        Sim, bicos de pato de verdade. (_Eb-F-F-A_ estava esôfagizando seus grasnos. mantendo-se calmo,
        sugando as gotas de suor de volta para sua testa -- patos não eram da _mesma pena que ele_,
        mas mesmo assim da mesma famíla.) Paij-ree aplaudiu com alegria, absolutamente, ele pretendia
        cobrir sua casa com estes bicos, eles poderiam ter contido um pouco da torrente.
        Provavelmente não muita coisa, nenhum motivo para reclamações.
 
 
        E a cola do teto estava ao pé do barril e eles eram dois companheiros de beliche
        empreendedores com tempo livre, então eles fizeram uma balsa com os anteriomente
        quacáveis lábios. E para fora foram eles, para o interior! Movendo-se através
        de uma total mistura de cidade e soupa. Quão estranho era atingir uma praia e
        então descobrir que era apenas a velha e suja estrada que passava pelo trevo de
        Toffletown.
 
 
        No interior, eles vendia. Era sempre uma longa caminhada até a próxima plantação,
        mas existiam alguns poucos compradores na mansão ("Bem-vindo a Mansão Erguida com Besouros",
        diziam eles ou, "A Mansão Erguida com Substitutos do Celofane -- você não sabe quão
        perigoso pode ser o celofane verdadeiro?") E uma das famílias embrulhavam sobras
        de gelatina e presunto em algum celofane para os dois viajantes. E eles quase
        morreram no dia seguinte por causa delas.
        
 
        Então, quando veio o calor e, como a primeira loteria do interior era à noite,
        um fazendeiro chamou por eles do seu terreno, enquanto ele estava próxima de
        uma vaca sua que pastava.
        Paij-ree e _Eb-F-F-A_ foram até ele, murmurando um ao outro se deveriam
        oferecê-lo o Bilhete Especial Gasto pelo Vento ou se ele preferiria optar
        em ganhar o Arriscado Medalhão Original Caseiro Interiorano do Roco.
 
 
        Mas o fazendeiro lhes acenou a medida que se aproximavam, "Não, deixem suas calculadores
        e rodas de probabilidades. É para a minha papa-capim." Ele quis dizer sua vaca. A versão
        de Emdertromb: o dobro de carne, duas vezes mais carnuda, não produz leite, produz chapas
        de papel. Ainda assim, ela pasta.
 
 
        "Sua papa-capim (poh-kon-ic) quer um bilhete da sorte?" indagou Paij-ree.
 
 
        "Ela viu vocês e ficou realmente empolgada," disse o fazendeiro. "Ela não sabe números,
         mas ela entende um pouco sobre sorte. Quase foi acertada por um avião senil um dia e,
         quando a encontrei, ela apenas levantou os ombros, como se dissesse, 'Bem, acho que não
         foi nada'"
 
 
        "Toda (shas-op) loteria é numér-(iga-iga)-ica," afirmou Paij-ree. "Ela sabe (elsh)
        notas musicais? Minha águia sabe (losh) notas musicais.," disse Paij-ree. "Paij-ree
        assobiou para a gaivota da cratera e ela respondeu com um _D (Dó)_ contínuo.
 
 
        O fazendeiro não podia falar com a consciência musical de sua papa-capim, então Paij-ree
        enviou a gaivota para descobrir (_D-D-D-A-D (Ré-Ré-Ré-Lá-Ré)_, _vá-ensinar-a-vaca_)
        enquanto ele hackeava algumas melodias em sua calculadora.