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Merge pull request #108 from juniorbl/master

[pt-br] Six Chapter 02 sections translated
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2 parents 8f09d15 + 8647b58 commit b52c1d68c336a3fe481aea2bc61bff732e7de051 @schacon schacon committed Jul 3, 2011
Showing with 37 additions and 37 deletions.
  1. +37 −37 pt-br/02-git-basics/01-chapter2.markdown
@@ -384,7 +384,7 @@ Diferente de muitos sistemas VCS, o Git não monitora explicitamente arquivos mo
É um bit confuso que o Git tenha um comando `mv`. Se você quiser renomear um arquivo no Git, você pode fazer isso com
- $ git mv file_from file_to
+ $ git mv arquivo_origem arquivo_destino
e funciona. De fato, se você fizer algo desse tipo e consultar o status, você verá que o Git considera que o arquivo foi renomeado:
@@ -612,7 +612,7 @@ Por exemplo, se você quer ver quais commits modificaram arquivos de teste no hi
Dos 20.000 commits mais novos no histórico do código fonte do Git, este comando mostra os 6 que batem com aqueles critérios.
-### Using a GUI to Visualize History ###
+### Usando Interface Gráfica para Visualizar o Histórico ###
Se você quiser usar uma ferramenta gráfica para visualizar seu histórico de commit, você pode querer dar uma olhada em um programa Tcl/Tk chamado gitk que é distribuido com o Git. Gitk é basicamente uma ferramente visual para `git log`, e ele aceita aproximadamente todas as opções de filtros que `git log` aceita. Se você digitar gitk na linha de comando em seu projeto, você deve ver algo como a Figura 2-2.
@@ -621,31 +621,31 @@ Figure 2-2. O visualizador de histórico gitk
Você pode ver o histórico de commit na metade de cima da janela juntamente com um agradável gráfico. O visualizador de diff na metade de baixo da janela mostra a você as mudanças introduzidas em qualquer commit que você clicar.
-## Undoing Things ##
+## Desfazendo Coisas ##
-At any stage, you may want to undo something. Here, we’ll review a few basic tools for undoing changes that you’ve made. Be careful, because you can’t always undo some of these undos. This is one of the few areas in Git where you may lose some work if you do it wrong.
+Em qualquer fase, você pode querer desfazer alguma coisa. Aqui, vamos ver algumas ferramentas básicas para desfazer modificações que você fez. Cuidado, porque você não pode desfazer algumas dessas mudanças. Essa é uma das poucas áreas no Git onde você pode perder algum trabalho se você fizer errado.
-### Changing Your Last Commit ###
+### Modificando Seu Último Commit ###
-One of the common undos takes place when you commit too early and possibly forget to add some files, or you mess up your commit message. If you want to try that commit again, you can run commit with the `--amend` option:
+Uma das mais comuns situações de desfazer acontece quando você faz o commit muito cedo e possivelmente esqueceu de adicionar alguns arquivos, ou você bagunçou sua mensagem de commit. Se você quer tentar fazer esse commit de novo, você pode executá-lo com a opção `--amend`:
$ git commit --amend
-This command takes your staging area and uses it for the commit. If you’ve have made no changes since your last commit (for instance, you run this command it immediately after your previous commit), then your snapshot will look exactly the same and all you’ll change is your commit message.
+Esse comando pega sua área de seleção e a utiliza no commit. Se você não fez nenhuma modificação desde seu último commit (por exemplo, você rodou esse comando imediatamente após seu commit anterior), seu snapshot será exatamente o mesmo e tudo que você mudou foi sua mensagem de commit.
-The same commit-message editor fires up, but it already contains the message of your previous commit. You can edit the message the same as always, but it overwrites your previous commit.
+O mesmo editor de mensagem de commits abre, mas ele já tem a mensagem do seu commit anterior. Você pode editar a mensagem como sempre, mas ele substituirá seu último commit.
-As an example, if you commit and then realize you forgot to stage the changes in a file you wanted to add to this commit, you can do something like this:
+Como exemplo, se você fez um commit e esqueceu de adicionar na área de seleção as modificações de um arquivo que gostaria de adicionar nesse commit, você pode fazer algo como isso:
$ git commit -m 'initial commit'
$ git add forgotten_file
$ git commit --amend
-All three of these commands end up with a single commit — the second command replaces the results of the first.
+Todos esses três comandos resultam em um único commit — o segundo comando substitui os resultados do primeiro.
-### Unstaging a Staged File ###
+### Tirando um arquivo da área de seleção ###
-The next two sections demonstrate how to wrangle your staging area and working directory changes. The nice part is that the command you use to determine the state of those two areas also reminds you how to undo changes to them. For example, let’s say you’ve changed two files and want to commit them as two separate changes, but you accidentally type `git add *` and stage them both. How can you unstage one of the two? The `git status` command reminds you:
+As duas próximas seções mostram como trabalhar nas suas modificações na área de seleção e diretório de trabalho. A parte boa é que o comando que você usa para ver a situação nessas duas áreas também lembra como desfazer suas alterações. Por exemplo, vamos dizer que você alterou dois arquivos e quer fazer o commit deles como duas modificações separadas, mas você acidentalmente digitou `git add *` e colocou os dois na área de seleção. Como você pode retirar um deles? O comando `git status` lembra você:
$ git add .
$ git status
@@ -657,7 +657,7 @@ The next two sections demonstrate how to wrangle your staging area and working d
# modified: benchmarks.rb
#
-Right below the “Changes to be committed” text, it says use `git reset HEAD <file>...` to unstage. So, let’s use that advice to unstage the benchmarks.rb file:
+Logo abaixo do texto “Changes to be committed”, ele diz use `git reset HEAD <file>...` para retirar (use `git reset HEAD <file>...` to unstage). Então, vamos usar esse conselho para retirar o arquivo benchmarks.rb:
$ git reset HEAD benchmarks.rb
benchmarks.rb: locally modified
@@ -675,11 +675,11 @@ Right below the “Changes to be committed” text, it says use `git reset HEAD
# modified: benchmarks.rb
#
-The command is a bit strange, but it works. The benchmarks.rb file is modified but once again unstaged.
+O comando é um pouco estranho, mas funciona. O arquivo benchmarks.rb está modificado mas mais uma vez fora da área de seleção.
-### Unmodifying a Modified File ###
+### Desfazendo um Arquivo Modificado ###
-What if you realize that you don’t want to keep your changes to the benchmarks.rb file? How can you easily unmodify itrevert it back to what it looked like when you last committed (or initially cloned, or however you got it into your working directory)? Luckily, `git status` tells you how to do that, too. In the last example output, the unstaged area looks like this:
+E se você perceber que não quer manter suas modificações no arquivo benchmarks.rb? Como você pode facilmente desfazer issorevertê-la para o que era antes de fazer o último commit (ou do inicio do clone, ou seja la como você o conseguiu no seu diretório de trabalho)? Felizmente, `git status` diz a você como fazer isso, também. Na saída do último exemplo, a área de trabalho se parecia com isto:
# Changed but not updated:
# (use "git add <file>..." to update what will be committed)
@@ -688,7 +688,7 @@ What if you realize that you don’t want to keep your changes to the benchmarks
# modified: benchmarks.rb
#
-It tells you pretty explicitly how to discard the changes you’ve made (at least, the newer versions of Git, 1.6.1 and later, do thisif you have an older version, we highly recommend upgrading it to get some of these nicer usability features). Let’s do what it says:
+Ele diz explicitamente como descartar as modificações que você fez (pelo menos, as novas versões do Git, 1.6.1 em diante, faz issose você tem uma versão mais antiga, uma atualização é altamente recomendável para ter alguns desses bons recursos de usabilidade). Vamos fazer o que ele diz:
$ git checkout -- benchmarks.rb
$ git status
@@ -699,18 +699,18 @@ It tells you pretty explicitly how to discard the changes you’ve made (at leas
# modified: README.txt
#
-You can see that the changes have been reverted. You should also realize that this is a dangerous command: any changes you made to that file are goneyou just copied another file over it. Don’t ever use this command unless you absolutely know that you don’t want the file. If you just need to get it out of the way, we’ll go over stashing and branching in the next chapter; these are generally better ways to go.
+Você pode ver que as alterações foram revertidas. Perceba também que esse comando é perigoso: qualquer alteração que você fez nesse arquivo foi desfeitavocê acabou de copiar outro arquivo sobre ele. Nunca use esse comando a menos que você tenha certeza absoluta que não quer o arquivo. Se você só precisa tirá-lo do caminho, vamos falar sobre stash e branch no próximo capítulo; geralmente essas são maneiras melhores de agir.
-Remember, anything that is committed in Git can almost always be recovered. Even commits that were on branches that were deleted or commits that were overwritten with an `--amend` commit can be recovered (see Chapter 9 for data recovery). However, anything you lose that was never committed is likely never to be seen again.
+Lembre-se, qualquer coisa que foi incluída com um commit no Git quase sempre pode ser recuperada. Até mesmo commits que estavam em branches que foram apagados ou commits que foram sobrescritos com um commit `--amend` podem ser recuperados (consulte o Capítulo 9 para recuperação de dados). No entanto, qualquer coisa que você perde que nunca foi feito commit provavelmente nunca mais será visto novamente.
-## Working with Remotes ##
+## Trabalhando com Remotos ##
-To be able to collaborate on any Git project, you need to know how to manage your remote repositories. Remote repositories are versions of your project that are hosted on the Internet or network somewhere. You can have several of them, each of which generally is either read-only or read/write for you. Collaborating with others involves managing these remote repositories and pushing and pulling data to and from them when you need to share work.
-Managing remote repositories includes knowing how to add remote repositories, remove remotes that are no longer valid, manage various remote branches and define them as being tracked or not, and more. In this section, we’ll cover these remote-management skills.
+Para ser capaz de colaborar com qualquer projeto no Git, você precisa saber como gerenciar seus repositórios remotos. Rapositórios remotos são versões do seu projeto que estão hospedados na Internet ou em uma rede em algum lugar. Você pode ter vários deles, geralmente cada um é somente leitura ou leitura/escrita pra você. Colaborar com outros envolve gerenciar esses repositórios remotos e fazer o push e pull de dados neles quando você precisa compartilhar trabalho.
+Gerenciar repositórios remotos inclui saber como adicionar repositório remoto, remover remotos que não são mais válidos, gerenciar varios branches remotos e defini-los como monitorados ou não, e mais. Nesta seção, vamos cobrir essas habilidades de gerenciamento remoto.
-### Showing Your Remotes ###
+### Exibindo Seus Remotos ###
-To see which remote servers you have configured, you can run the git remote command. It lists the shortnames of each remote handle you’ve specified. If you’ve cloned your repository, you should at least see origin — that is the default name Git gives to the server you cloned from:
+Para ver quais servidores remotos você configurou, você pode executar o comando git remote. Ele lista o nome de cada remoto que você especificou. Se você tiver clonado seu repositório, você deve pelo menos ver um chamado origin — esse é o nome padrão que o Git dá ao servidor de onde você fez o clone:
$ git clone git://github.com/schacon/ticgit.git
Initialized empty Git repository in /private/tmp/ticgit/.git/
@@ -723,12 +723,12 @@ To see which remote servers you have configured, you can run the git remote comm
$ git remote
origin
-You can also specify `-v`, which shows you the URL that Git has stored for the shortname to be expanded to:
+Você também pode especificar `-v`, que mostra a você a URL que o Git armazenou para o nome para maiores informações:
$ git remote -v
origin git://github.com/schacon/ticgit.git
-If you have more than one remote, the command lists them all. For example, my Grit repository looks something like this.
+Se você tem mais de um remoto, o comando lista todos. Por exemplo, meu repositório Grit se parece com isso.
$ cd grit
$ git remote -v
@@ -738,11 +738,11 @@ If you have more than one remote, the command lists them all. For example, my Gr
koke git://github.com/koke/grit.git
origin git@github.com:mojombo/grit.git
-This means we can pull contributions from any of these users pretty easily. But notice that only the origin remote is an SSH URL, so it’s the only one I can push to (we’ll cover why this is in Chapter 4).
+Isso significa que podemos puxar contribuições de qualquer um desses usuários muito facilmente. Mas note que somente o remoto origin é uma URL SSH, é o único pra onde eu posso fazer o push (vamos ver o motivo disso no Capítulo 4).
-### Adding Remote Repositories ###
+### Adicionando Repositórios Remotos ###
-I’ve mentioned and given some demonstrations of adding remote repositories in previous sections, but here is how to do it explicitly. To add a new remote Git repository as a shortname you can reference easily, run `git remote add [shortname] [url]`:
+Eu mencionei e deu algumas demonstrações de adição de repositórios remotos nas seções anteriores, mas aqui está como fazê-lo explicitamente. Para adicionar um novo repositório remto no Git com um nome curto para que você possa fazer referência facilmente, execute `git remote add [nomecurto] [url]`:
$ git remote
origin
@@ -751,7 +751,7 @@ I’ve mentioned and given some demonstrations of adding remote repositories in
origin git://github.com/schacon/ticgit.git
pb git://github.com/paulboone/ticgit.git
-Now you can use the string pb on the command line in lieu of the whole URL. For example, if you want to fetch all the information that Paul has but that you don’t yet have in your repository, you can run git fetch pb:
+Agora você pode usar a string pb na linha de comando em lugar da URL completa. Por exemplo, se você quer fazer o fetch de todos os dados que Paul que você ainda não tem no seu repositório, você pode executar git fetch pb:
$ git fetch pb
remote: Counting objects: 58, done.
@@ -762,19 +762,19 @@ Now you can use the string pb on the command line in lieu of the whole URL. For
* [new branch] master -> pb/master
* [new branch] ticgit -> pb/ticgit
-Paul’s master branch is accessible locally as `pb/master`you can merge it into one of your branches, or you can check out a local branch at that point if you want to inspect it.
+O branch master de Paul é localmente acessível como `pb/master`você pode fazer o merge dele em um de seus branches, ou fazer o check out de um branch local a partir deste ponto se você quiser inspecioná-lo.
-### Fetching and Pulling from Your Remotes ###
+### Fazendo o Fetch e Pull de Seus Remotos ###
-As you just saw, to get data from your remote projects, you can run
+Como você acabou de ver, para pegar dados dos seus projetos remotos, você pode executar
- $ git fetch [remote-name]
+ $ git fetch [nome-remoto]
-The command goes out to that remote project and pulls down all the data from that remote project that you don’t have yet. After you do this, you should have references to all the branches from that remote, which you can merge in or inspect at any time. (We’ll go over what branches are and how to use them in much more detail in Chapter 3.)
+Esse comando vai até o projeto remoto e pega todos os dados que você ainda não tem. Depois de fazer isso, você deve ter referências para todos os branches desse remoto, onde você pode fazer o merge ou inspecionar a qualquer momento. (Vamos ver o que são branches e como usá-los mais detalhadamente no Capítulo 3.)
-If you cloned a repository, the command automatically adds that remote repository under the name origin. So, `git fetch origin` fetches any new work that has been pushed to that server since you cloned (or last fetched from) it. It’s important to note that the fetch command pulls the data to your local repository — it doesn’t automatically merge it with any of your work or modify what you’re currently working on. You have to merge it manually into your work when you’re ready.
+Se você clonou um repositório, o comando automaticamente adiciona o remoto com o nome origin. Então, `git fetch origin` busca qualquer novo trabalho que foi enviado para esse servidor desde que você o clonou (ou fez a última busca). É importante notar que o comando fetch traz os dados para o seu repositório local — ele não faz o merge automaticamente com o seus dados ou modifica o que você está trabalhando atualmente. Você terá que fazer o merge manualmente no seu trabalho quando estiver pronto.
-If you have a branch set up to track a remote branch (see the next section and Chapter 3 for more information), you can use the `git pull` command to automatically fetch and then merge a remote branch into your current branch. This may be an easier or more comfortable workflow for you; and by default, the `git clone` command automatically sets up your local master branch to track the remote master branch on the server you cloned from (assuming the remote has a master branch). Running `git pull` generally fetches data from the server you originally cloned from and automatically tries to merge it into the code you’re currently working on.
+Se você tem um branch configurado para acompanhar um branch remoto (veja a próxima seção e o Capítulo 3 para mais informações), você pode usar o comando `git pull` para automaticamente fazer o fetch e o merge de um branch remoto no seu branch atual. Essa pode ser uma maneira mais fácil ou confortável pra você; e por padrão, o comando `git clone` automaticamente configura seu branch local master para acompanhar o branch remoto master do servidor de onde você clonou (desde que o remoto tenha um branch master). Executar `git pull` geralmente busca os dados do servidor de onde você fez o clone originalmente e automaticamente tenta fazer o merge dele no código que você está trabalhando atualmente.
### Pushing to Your Remotes ###

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