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<!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//IETF//DTD HTML//EN">
<html>
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<title>HomePage INMETRO</title>
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<table border="0" cellspacing="1" width="700" height="1">
<tr>
<td></td>
</tr>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p align="center"><big><big><big><big><big><big>&nbsp;PRISCILA! EU TE AMO!</big></big></big></big></big></big></p>
<table border="0">
<TBODY>
<tr>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td><font color="#808080" face="Verdana" size="1">THE VAMPIRE´S CROP</font><font
face="Verdana" size="1"><br>
<br>
If I told you, I can´t remember<br>
I was a little child, it was in December<br>
<br>
So, now, come on<br>
Get up and don´t cry again<br>
Because I was the main<br>
And you were my only option<br>
<br>
Kisses, kisses, life can´t stop<br>
We sowed our worses condolences <br>
Now it´s show to the damned crop<br>
Let me end the distances<br>
<br>
You can´t wait still the vampire <br>
Or you can cry out, everione will hear<br>
But you´ll never forget the fear<br>
That you felt inside the black empire<br>
<br>
Let me kiss your juice heart<br>
I will suck all your hot blood <br>
Then you´ll know how to start <br>
To die on the dark wood.</font> <p align="right"><font color="#808080" face="Verdana"
size="1">Lijau</font></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td></td>
<td><font face="Courier New" size="2"><img height="288"
src="file://C:\Arquivos/massche.jpg" width="411"></font></td>
</tr>
</TBODY>
</table>
<p align="center"><font face="Tahoma">Como diziam os manowz do bl0w team: <strong>&quot;Gaste
alguns minutos de sua vidas e leia&quot;</strong></font></p>
<p align="center"><font color="#808080" face="Verdana" size="4">A ILUSÃO DO SUFRÁGIO
UNIVERSAL</font></p>
<p align="left"><font color="#ffffff" face="Courier New" size="2">Os homens acreditavam
que o estabelecimento do sufrágio universal garantia a liberdade dos povos. Mas
infelizmente esta era uma grande ilusão e a compreensão da ilusão, em muitos lugares,
levou à queda e à desmoralização do partido radical. Os radicais não queriam enganar
o povo, pelo menos assim asseguram as obras liberais, mas neste caso eles próprios foram
enganados. Eles estavam firmemente convencidos quando prometeram ao povo a liberdade
através do sufrágio universal. Inspirados por essa convicção, eles puderam sublevar as
massas e derrubar os governos aristocráticos estabelecidos. Hoje depois de aprender com a
experiência, e com a política do poder, os radicais perderam a fé em si mesmos e em
seus princípios derrotados e corruptos. Mas tudo parecia tão natural e tão simples: uma
vez que os poderes legislativo e executivo emanavam diretamente de uma eleição popular,
não se tornariam a pura expressão da vontade popular e não produziriam a liberdade e o
bem estar entre a população? <br>
Toda decepção com o sistema representativo está na ilusão de que um governo e uma
legislação surgidos de uma eleição popular deve e pode representar a verdadeira
vontade do povo. Instintiva e inevitavelmente, o povo espera duas coisas: a maior
prosperidade possível combinada com a maior liberdade de movimento e de ação. Isto
significa a melhor organização dos interesses econômicos populares, e a completa
ausência de qualquer organização política ou de poder, já que toda organização
política se destina à negação da liberdade. Estes são os desejos básicos do povo. Os
instintos dos governantes, sejam legisladores ou executores das leis, são diametricamente
opostos por estarem numa posição excepcional. <br>
Por mais democráticos que sejam seus sentimentos e suas intenções, atingida uma certa
elevação de posto, vêem a sociedade da mesma forma que um professor vê seus alunos, e
entre o professor e os alunos não há igualdade. De um lado, há o sentimento de
superioridade, inevitavelmente provocado pela posição de superioridade que decorre da
superioridade do professor, exercite ele o poder legislativo ou executivo. Quem fala de
poder político, fala de dominação. Quando existe dominação, uma grande parcela da
sociedade é dominada e os que são dominados geralmente detestam os que dominam, enquanto
estes não têm outra escolha, a não ser subjugar e oprimir aqueles que dominam. Esta é
a eterna história do saber, desde que o poder surgiu no mundo. Isto é, o que também
explica como e porque os democratas mais radicais, os rebeldes mais violentos se tornam os
conservadores mais cautelosos assim que obtêm o poder. Tais retratações são geralmente
consideradas atos de traição, mas isto é um erro. A causa principal é apenas a
mudança de posição e, portanto, de perspectiva. <br>
Na suíça, assim como em outros lugares, a classe governante é completamente diferente e
separada da massa dos governados. Aqui, apesar da constituição política ser
igualitária, é a burguesia que governa, e é o povo, operários e camponeses, que
obedecem suas leis. O povo não tem tempo livre ou educação necessária para se ocupar
do governo. Já que a burguesia tem ambos, ela tem de ato, se não por direito,
privilégio exclusivo. Portanto, na Suíça, como em outros países a igualdade política
é apenas uma ficção pueril, uma mentira. <br>
Separada como está do povo, por circunstâncias sociais e econômicas, como pode a
burguesia expressar, nas leis e no governo, os sentimentos, as idéias, e a vontade do
povo? É possível, e a experiência diária prova isto. Na legislação e no governo, a
burguesia é dirigida principalmente por seus próprios interesses e preconceitos, sem
levar em conta os interesses do povo. É verdade que todos os nossos legisladores, assim
como todos os membros dos governos cantonais são eleitos, direta ou indiretamente, pelo
povo. <br>
É verdade que, em dia de eleição, mesmo a burguesia mais orgulhosa, se tiver ambição
política, deve curvar-se diante de sua Majestade, a Soberania Popular. Mas, terminada a
eleição, o povo volta ao trabalho, e a burguesia, a seus lucrativos negócios e às
intrigas políticas. Não se encontram e não se reconhecem mais. Como se pode esperar que
o povo, oprimido pelo trabalho e ignorante da maioria dos problemas, supervisione as
ações de seus representantes? Na realidade, o controle exercido pelos eleitores aos seus
representantes eleitos é pura ficção, já que no sistema representativo, o controle
popular é apenas uma garantia da liberdade do povo, é evidente que tal liberdade não é
mais do que ficção.</font><font face="Courier New" size="2"> </font></p>
<p align="right"><font face="Graphite Light" size="3"><strong>Mikhail Bakunin</strong></font></p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="center"><font face="Verdana" size="3"><strong>We r here doing justice</strong></font></p>
<p align="center"><font face="Courier New" size="2">cyb3r fuck3rs r: </font><font
color="#c0c0c0" face="Courier New" size="2">SysVinit - Pl4st1k 3xplus1v3 - Un4b0mb3r -
D1g1t4l K1ll3r&nbsp; </font></p>
<p><font face="Verdana" size="1">greetz to: josie, inferno.br, dRS, lijau, #r00t, #linux,
c0ntrol -c, einstein, OHB, Delta Team, r4rix etc...</font></p>
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</html>