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| <HTML> | |
| <HEAD> | |
| <TITLE>O-oh! The Death Knights abrindo os olhos das pessoas mais uma vez... 0wn3d!</TITLE> | |
| <!-- ... --> | |
| <!-- Message against things that are wrong. --> | |
| <!-- 5173 h4x0r3d by the dEaTh knIGhtS!!@#!@#!@#!@# --> | |
| <!-- die fuqn curious silly beeyatches that r readin' it!@#!@#!@#! --> | |
| <!-- ... --> | |
| </HEAD> | |
| <BODY TEXT="#FFFFFF" BGCOLOR="#000000" LINK="#0000FF" VLINK="#D3D3D3"> | |
| <pre> | |
| _____________ ________ ___________ | |
| ___ __/__ /______ ___ __ \__________ __ /___ /_ | |
| __ / __ __ \ _ \ __ / / / _ \ __ `/ __/_ __ \ | |
| _ / _ / / / __/ _ /_/ // __/ /_/ // /_ _ / / / | |
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| __ ,< __ __ \_ /__ __ `/_ __ \ __/_ ___/ | |
| _ /| | _ / / / / _ /_/ /_ / / / /_ _(__ ) | |
| /_/ |_| /_/ /_//_/ _\__, / /_/ /_/\__/ /____/ | |
| /____/ | |
| </pre> | |
| <CENTER><A HREF="mailto:deathknights@ureach.com">e-mail</A></CENTER> | |
| <CENTER><FONT FACE="Arial,Helvetica"><FONT SIZE=-2>Phone: +01 (877) 244-3374 Ext.: 250</FONT></FONT></CENTER> | |
| <CENTER><I><FONT FACE="Arial,Helvetica"><FONT SIZE=-2>mais uma vez!</FONT></FONT></I></CENTER> | |
| <CENTER><I><FONT FACE="Arial,Helvetica"><FONT SIZE=-2>owns once more!</FONT></FONT></I></CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <CENTER><TABLE BORDER=0 COLS=1 WIDTH="81%" > | |
| <CAPTION> | |
| <CENTER> | |
| <!-- _|_ _ --> | |
| <!-- /' | \ --> | |
| <!-- | | | | --> | |
| <!-- _|_ |_ _|_ _|_ _ --> | |
| <!-- \| | | --> | |
| <!-- | \_ _ _|/ --> | |
| <!-- | | --> | |
| </CENTER> | |
| </CAPTION> | |
| <TR> | |
| <TD> | |
| <br><font face="Impact"><font color="#FF0000"><font size=+3>Muito além | |
| da Tevê Globo</font></font></font> | |
| <p><b><i><font face="Verdana">TEXTO CEDIDO POR:</font></i></b> | |
| <p><b><i><font face="Verdana"><font color="#C0C0C0">A. H.</font></font></i></b> | |
| <br><b><i><font face="Verdana"><font color="#C0C0C0">Professor / | |
| PUC</font></font></i></b> | |
| <br><b><i><font face="Verdana"><font color="#C0C0C0">Doutorando em Letras/PUC</font></font></i></b></center> | |
| <hr> | |
| <p><font size=+1> </font><font face="Verdana"> | |
| <font size=-1>No dia 10 de março de 1993, em Londres, divulgava-se | |
| pela primeira vez no exterior, as imagens de um documentário produzido | |
| por Simon Hartog antitulado Brasil: Beyond Citizen Kane. Poucos dias depois, | |
| o Museu da Imagem e do Som de São Paulo, graças a uma cópia | |
| pirata obtida diretamente em Londres por uma telespectadora, fazia uma | |
| dupla apresentação do documentário, programando-se | |
| novas projeções para os dias 3 e 4 de junho.</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1> | |
| Contudo, na noite do dia 2, um telefonema do Secretário de Cultura | |
| do Estado de São Paulo, Ricardo Ohtake, dirigido ao programador | |
| do MIS, jornalista Geraldo Anhaia Mello, cancelava aquelas apresentações.</font></font> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> Formava-se, imediatamente, | |
| uma espécie de cadeia pirata em todo o país - novas cópias | |
| do vídeo foram produzidas e distribuídas Brasil afora, e | |
| alguns dos principais sindicatos começaram a programar a exibição | |
| do documentário. As versões sobre a proibição | |
| variam: Ohtake garante que não havia porque proibir, a não | |
| ser pelo fato de se tratar de uma fita pirata. Anhaia, ao contrário, | |
| acusa diretamente a intervenção de Roberto Marinho, a subserviência | |
| do governador de São Paulo de então e do seu Secretário | |
| de Cultura. Há consenso, porém, numa coisa: não fora | |
| esse episódio e talvez o filme - que no exterior provocava batalha | |
| jurídica de mais de um ano da Globo contra o Canal 4 da <b><font color="#FF0000">BBC</font></b>, | |
| tendo a Globo perdido a causa - não se tornasse tão conhecido, | |
| tão debatido, tão comentado quanto foi então. O processo | |
| se completa agora: a editora Scritta acaba de publicar a transcrição | |
| do roteiro do documentário, ilustrado por algumas de suas imagens. | |
| A edição traz um depoimento do próprio Geraldo Anhaia | |
| de Mello, responsável pela mesma.</font></font> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> Do ponto de vista | |
| brasileiro, é o mais recente, e felizmente já relativamente | |
| antigo episódio de tentativa de censura em nosso país. É | |
| claro, contudo, que a questão vai mais além do que isso, | |
| porque envolve a discussão em torno da própria política | |
| nacional de comunicações e, muito especialmente, os | |
| critérios pelos quais se concedem, mantém e renovam as concessões | |
| de canais de rádio e, sobretudo, de televisão.</font></font> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> O título | |
| - <b><font color="#FF0000">Muito Além do Cidadão Kane</font></b> | |
| - tal como se traduziu o livro que agora se lança, faz alusão | |
| direta à personagem criada por Orson Welles, em seu famoso filme, | |
| por seu lado referência direta ao magnata das comunicações | |
| dos Estados Unidos, William Randolph Hearst, cuja filha, décadas | |
| depois, envolver-se-ia com a guerrilha urbana. Na época, Hearst | |
| constituía-se em verdadeiro mito, e o filme de Welles tornou-se | |
| uma das dez obras-primas cinematográficas. Beyond Citizen Kane tem | |
| sido</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>normalmente divulgado como sendo | |
| o documentário em torno da Televisão Globo e de seu multipoderoso | |
| proprietário, Roberto Marinho. Na verdade, a primeira observação | |
| que se deve fazer a respeito é que</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>sua atenção se encontra | |
| centrada em Marinho e na TV Globo apenas porque ela é a exemplificação | |
| mais cabal e radical da experiência da política de telecomunicações | |
| brasileira. Simon Hartog, porém, queria ir mais longe, e de fato | |
| foi, como o reconhece o próprio Anhaia: o que se pretende é</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>denunciar a maneira palaciana pela | |
| qual <b><u><font color="#FF0000"><i>Marinho ouBloch</i>, | |
| <i>Sílvio | |
| Santos </i>ou | |
| <i>Saad</i></font></u></b>, cada um pegou a sua fatia. Mais | |
| que isso, e certamente os livros que se têm lançado recentemente | |
| sobre Samuel Wainer e Assis Chateaubriand bem o evidenciam, Marinho não | |
| agiu diferentemente de como agiria qualquer um dos outros dois. Acontece | |
| que Marinho foi menos amador que os demais ou, quem sabe, o sistema capitalista | |
| no qual se acha hoje inserido o Brasil é mais cínico e eficiente | |
| do que aquele, ainda primário, experimentado pelas duas outras personagens. | |
| Portanto, o que se deve ter claro, desde logo, é que Marinho não | |
| é nem pior nem melhor que Wainer, Chateaubriand, Saad, Bloch ou | |
| qualquer outro. Foi, apenas, mais competente e eficiente, alcançando | |
| melhores resultados em suas manobras. O episódio que culmina no | |
| papel da Globo em nossa realidade, contudo, tem de ser compreendido | |
| em sua perspectiva macro, ou seja, enquanto superestrutura social, | |
| política e econômica que viabiliza tais situações, | |
| envolvendo desde a ingenuidade de alguns segmentos sindicais e de ativistas | |
| de esquerda, que imaginaram democratizar a política de concessões | |
| de canais de rádio e televisão quando retiraram a decisão | |
| exclusiva do Presidente da República, repartindo-a pelo Congresso | |
| Nacional, até os profissionais jornalistas que, a exemplo de Armando | |
| Nogueira ou Vianey Pinheiro, só contam as verdades depois que foram | |
| despedidos da emissora.</font></font> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> Em última | |
| instância, é todo o conjunto da sociedade nacional que, de | |
| fato, responde por essa situação, na medida em que, conivente, | |
| dá à Globo aquilo que ela mais quer: a audiência que | |
| lhe garante o poder da influência e negociação | |
| junto ao segmento político e administrativo.</font></font> | |
| <br> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> Lembremo-nos que, | |
| paralelo ao controle censorial dos meios de comunicação, | |
| a ditadura brasileira de 1964, a partir do Ato Institucional nº 5, | |
| em 1968, idealizou uma espécie de movimento compensatório | |
| positivo: tratava-se de atender à demanda do segmento da classe | |
| média brasileira que, embora</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>nem tão numeroso assim, em | |
| termos relativos da população nacional, era suficientemente | |
| significativo para a indústria de bens duráveis que então | |
| compensava se instalar no país, cobrindo de quinze a vinte milhões | |
| de pessoas e sendo superado, portanto, apenas por alguns raros outros | |
| mercados, dentre os quais o norte-americano. De qualquer maneira, justificava-se | |
| plenamente qualquer investimento, o que, aliás, é a | |
| única explicação para que se compreenda os fenômenos | |
| que ameaçam permanentemente o Plano Real, a chamada "bolha de consumo".</font></font> | |
| <br> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1>Havia, pois, um duplo movimento - | |
| de um lado, o controle censorial e, de outro, a cooptação | |
| mediante a ampliação das ofertas no mercado de consumo, ofertas | |
| essas viabilizadas, em sua divulgação, através de | |
| um network tal como a Globo o construiu ao longo dos anos. A Globo estreou | |
| no dia 26 de abril de 1965. Na verdade, fora antecedida pelo sinal pioneiro | |
| da TV Tupi, em 1950, seguida pela TV Excelsior em 1960. Duas emissoras | |
| e dois projetos absolutamente diversos: a Tupi sucumbiria, em 1980, à | |
| queda</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>do próprio império | |
| dos Diários Associados. A Excelsior enfrentaria problemas no futuro, | |
| não tendo sua concessão renovada, por ter tido a ousadia | |
| de resistir à ditadura. Transferida, numa espécie de leilão, | |
| para</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>o grupo Bloch e Sílvio Santos, | |
| abriria caminho para a TV Manchete e o SBT. Iniciando-se com um empréstimo | |
| duvidoso mediante um ainda mais duvidoso acordo operacional com o grupo | |
| norte-americano Time-Life, o que era proibido pela legislação | |
| brasileira, a TV Globo aproveitaria, suspeitamente, dois episódios, | |
| na aparência negativos, para seu crescimento, para firmar-se e crescer: | |
| o primeiro foi, justamente, a decisão do Congresso Nacional em dissolver | |
| o acordo da Globo com a Time-Life. Roberto Marinho não reclamou. | |
| Pelo contrário. É provável que os norte-americanos, | |
| sim, tenham acabado lesados no episódio, mas como sabiam perfeitamente | |
| os riscos que corriam, não chiaram.</font></font> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> O outro episódio | |
| ocorre em 1969: um incêndio destrói as instalações | |
| da Globo em São Paulo. A emissora centraliza o telejornalismo e | |
| toda a produção no Rio de Janeiro, graças ao dinheiro | |
| obtido pelo seguro, e assim garante a ocupação da magnífica | |
| sede do Jardim Botânico. De onde se depreende que Roberto Marinho | |
| é, acima de tudo, um excelente empresário e se, num primeiro | |
| momento, teve o máximo empenho em dar suporte e manter-se próximo | |
| ao segmento que identificava o governo ditatotial, na verdade seu interesse | |
| ia bem mais longe: "a Globo não tem uma vocação necessariamente | |
| militarista, ou ditatorial, mas ela tem uma vocação governista. | |
| Onde tem governo está a Rede Globo" -</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>afirma o documentário, e | |
| pode-se verificar que, evidentemente, em sendo necessário eleger | |
| o governo, como no episódio Collor de Mello, ou apoiar sua derrubada, | |
| desde que isso signifique a garantia de seus</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>investimentos e interesses financeiros, | |
| a empresa não titubeia. Claro, contando com cinco estações | |
| retransmissoras afiliadas, cobrindo 99,2% do território brasileiro | |
| ou 99,9% dos aparelhos de televisão do país, garantindo uma | |
| fatia de 78% da audiência, abocanhando 70 a 75% do total da mídia | |
| nacional que, no Brasil, na área de televisão, ultrapassa | |
| os 50%, ou seja, mais de dois bilhões de dólares em 1990, | |
| a Globo não pode titubear sobre a política de seu interesse.</font></font> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> Se ao governo | |
| federal a TV Globo interessa exatamente pelos fantásticos percentuais | |
| de audiência que atinge, garantia de que a mensagem governamental | |
| chegará ao seu destino, à Globo essa audiência lhe | |
| dá um poder de barganha inigualável, transformando-a, literalmente, | |
| numa espécie de poder paralelo, maior que um simples quarto poder | |
| como se tem conhecido a mídia em geral. Não se trata, porém, | |
| da aplicação pura e simples da velha fórmula | |
| da teoria do projétil, mecanicista. Dito mais claramente, | |
| não é apenas a questão de que a Globo diga o quê | |
| devemos pensar ou sonhar. Mais grave é o poder de agenda, na acepção | |
| do professor Donald McCombs, que torna hoje a Globo altamente perigosa. | |
| A Globo diz sobre o quê devemos pensar, quais são os temas | |
| que devem ou não ocupar nossas preocupações, | |
| tendo institucionalizado, para tanto, um discurso tautológico que, | |
| estribado na qualidade - "padrão Globo"- na verdade vende sua própria | |
| imagem, reforçando-a permanentemente. É o caso típico | |
| de programas como Globo Repórter ou Fantástico, as promoções | |
| sociais de apelo humanitário que assina, a construção | |
| cuidadosa de uma auto-imagem em que a credibilidade é o apelo mais | |
| veiculado, mesmo que muitas vezes seja posto em dúvida por outros | |
| segmentos sociais.</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>O slogan "Globo e você, tudo | |
| a ver" como que institucionaliza a common view, um modo comum de visualizar | |
| a realidade, de tal forma que a audiência alcançada, e amplamente | |
| divulgada, como que tautologicamente se mescla com o conceito de credibilidade: | |
| é como se pudesse garantir que a Globo tem audiência porque | |
| tem credibilidade. Assim, mais do que um quarto poder, a Globo se torna | |
| um Poder Oculto Supra-Real que substitui outras instâncias das relações | |
| sociais, mediante a constante reelaboração daquilo que Muniz | |
| Sodré já denominou de "simulacro", uma super-realidade que | |
| distancia de tal forma a realidade original, que simplesmente a retira | |
| de qualquer outra referencialidade: ainda que alguém estivesse vendo | |
| um certo fato acontecer, só acreditaria nele à medida em | |
| que isso fosse enfocado pelas imagens da televisão.</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>O mais grave, contudo, é | |
| que hoje a própria Televisão Globo começa a se tornar | |
| um meio para algo além de si mesma. São mais de cem as empresas | |
| dirigidas por Roberto Marinho, segundo publicação recente, | |
| num total de vinte mil funcionários. Este homem, que se diz jornalista | |
| e que começou em 1926, quando seu pai, Irineu Marinho, fundou o | |
| jornal O Globo, aos 90 anos de idade, integrante da Academia Brasileira | |
| de Letras, é dono de um conjunto de interesses que vão do | |
| campo de saúde (com a Golden Cross) ao da própria infra-estrutura | |
| da comunicação (como o episódio da NEC, do empresário | |
| Mario Garnero), atingindo hoje a televisão por cabo e assim por | |
| diante. A Globo também já investiu em emissoras no exterior | |
| e atualmente acança enorme lucratividade com a venda de seus programas | |
| a dezenas de países, de Cuba à China, mesmo que gerando problemas | |
| com o não-pagamento do chamado direito conexo de imagem, uma das | |
| grandes polêmicas atualmente em nosso país.</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>Muito além do Cidadão | |
| Kane, assim, seja em sua versão de vídeo, seja agora na versão | |
| que chega ao livro, através do roteiro transcrito, presta ao Brasil | |
| esse bom serviço: mais do que falar da Globo, fala-nos sobre os | |
| processos e emaranhados que determinam a política de telecomunicações | |
| no Brasil.</font></font> | |
| <br><font face="Verdana"><font size=-1>A Globo, na verdade, é apenas | |
| uma conseqüência disso. Se entendermos com clareza tal situação, | |
| conseguiremos, quem sabe, nos próximos anos, avançar na solução | |
| para esse problema, modificando, passo a passo, o atual sistema. | |
| Se isso não ocorrer, de pouco ou nada adiantará o encaminhamento | |
| de outros problemas urgentes que o país enfrenta: continuaremos | |
| uma nação pela metade e, portanto, também cidadãos | |
| pela metade .</font></font> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> Referência Bibliográfica</font></font> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> 1 MELLO, Geraldo Anhaia. Muito | |
| além do cidadão Kane.</font></font> | |
| <p><font face="Verdana"><font size=-1> São Paulo: Scritta Editorial, | |
| 1994</font></font> | |
| <br> | |
| <P> | |
| <!-- divertido, nao? claro que sim! --> | |
| <BR> | |
| <BR> | |
| <BR> | |
| <BR> | |
| <BR> | |
| <BR> | |
| <BR> | |
| <BR> | |
| <CENTER><FONT SIZE=-2>- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - | |
| - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -</FONT></CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <!-- mensagem pra quem quer mudar algo --> | |
| <CENTER><FONT FACE="Arial,Helvetica"><FONT SIZE=+1>O que fizermos aqui | |
| não irá mudar as coisas erradas que acontecem.</FONT></FONT></CENTER> | |
| <CENTER><FONT FACE="Arial,Helvetica"><FONT SIZE=+1>Irá mudar as | |
| pessoas.</FONT></FONT></CENTER> | |
| <CENTER><FONT FACE="Arial,Helvetica"><FONT SIZE=+1>As pessoas é | |
| quem irão mudar as coisas erradas.</FONT></FONT></CENTER> | |
| <!-- The Death Knights - we own what owns other ppl. --><br> | |
| <CENTER><FONT FACE="Arial,Helvetica">Sim, continuaremos a mostrar coisas | |
| erradas. Todos podem fazer alguma coisa, cada um de uma maneira diferente. | |
| Encontre a sua você também.</FONT></CENTER><br><BR><BR> | |
| <pre> | |
| Greets e respeito por grupos e pessoas como: b4b0, Cyb3r Fuck3rs, Einstein, Inferno.br. <br> | |
| Foda-se para: VUGO, Dr_Delete, OHB, hackerz0es de front page, ICE, | |
| todos que hackeiam por cima, ou seja, novamente o mesmo lugar e a todo o | |
| tipo de autoridade. | |
| <b><blink>VIVA A ANARQUIA!</blink></b> | |
| </pre> | |
| <CENTER><I><FONT FACE="Times New Roman,Times"><FONT COLOR="#006600"><FONT SIZE=+2>The | |
| Death Knights e MDP, por você.</FONT></FONT></FONT></I></CENTER> | |
| <!-- MDP eh Movimento em Defesa do Povo --> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <BR><BR><BR><BR><CENTER></CENTER> | |
| <BR><BR> | |
| </TD> | |
| </TR> | |
| </TABLE></CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <CENTER> </CENTER> | |
| <CENTER><FONT FACE="Impact">This show is bought to you by <U>The Death | |
| Knights</U>.</FONT></CENTER> | |
| <CENTER><FONT FACE="Impact"><FONT COLOR="#33FF33">B</FONT><FONT COLOR="#FFFF00">r</FONT><FONT COLOR="#3333FF">a</FONT>sil.</FONT></CENTER> | |
| </BODY> | |
| </HTML> | |
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