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<title>H4ck3d by H4ckW1z</title>
</head>
<body bgcolor="#000000" text="#FFFFFF" topmargin="0" leftmargin="0">
<p align="center"><font face="Times New Roman" color="#FF0000" size="7">[</font><font
face="Times New Roman" color="#C0C0C0" size="7">H4ck3d by H4ckW1z</font><font
color="#FF0000" face="Times New Roman" size="7">]<br>
</font><big><font color="#FF0000">AgressiveBoys Clã Rulez</font></big><font size="2"></p>
<p align="center"><font face="Courier New">&nbsp;</font></p>
<p align="center"></font><font face="Courier New" size="3">O que querem os anarquistas?</font><font
size="2"></p>
<p align="center"></font><font face="Courier New"><font color="#ff0000" size="2">&quot;O
Estado é a negação da humanidade!&quot; </font><font color="#ff8080" size="2">Mikhail
Bakunin</font></font></p>
<p><font face="Courier New"><small>Em artigo bastante contundente e expressivo, Errico
Malatesta, discípulo italiano do russo Bakunin, discorre sobre o que é e o que se deve
fazer &quot;Rumo à Anarquia&quot;.</small></font></p>
<p><font face="Courier New"><small>Em primeiro lugar, deve-se desprezar concepções
errôneas segundo as quais &quot;anarquia&quot; seria sinônimo de &quot;bagunça&quot;.
Anarquia é ausência de governo e mesmo de atividade parlamentar; que os agentes
políticos devem atuar diretamente em busca de manter e ampliar todas as formas de
participação nos aspectos decisórios da sociedade em que vivem. Ação Direta, aliás,
é o nome que adotam várias organizações anarquistas pelo mundo afora.</small></font></p>
<p><font face="Courier New"><small>Diz-nos Malatesta em seus &quot;Escritos
Revolucionários&quot; que &quot;Se quiséssemos substituir um governo por outro, isto é,
impor nossa vontade aos outros, bastaria, para isso, adquirir a força material
indispensável para abater os opressores e colocarmo-nos em seu lugar <sup>*</sup> Mas, ao
contrário, queremos a Anarquia, isto é, uma sociedade fundada sobre o livre e
voluntário acordo, na qual ninguém possa impor sua vontade a outrem, onde todos possam
fazer como bem entenderem e concorrer voluntariamente para o bem-estar geral. Seu triunfo
só poderá ser definitivo quando universalmente os homens não mais quiserem ser
comandados ou comandar outras pessoas e tiverem compreendido as vantagens da solidariedade
para saber organizar um sistema social no qual não mais haverá qualquer marca de
violência ou coação&quot;.</small></font></p>
<p><font face="Courier New"><small>A atividade do anarquista, do socialista utópico (em
sua sublime acepção de conquista da Esperança possível) não é violenta nem
repentina, mas gradual, pedagógica, passo a passo.</small></font></p>
<p><font face="Courier New"><small>&quot;Não se trata de chegar à anarquia hoje, amanhã
ou em dez séculos, mas caminhar seguramente rumo à anarquia hoje, amanhã e sempre. A
anarquia é a abolição do roubo e da opressão do homem pelo homem, quer dizer,
abolição da propriedade privada dos meios materiais e espirituais de produção e do
governo formal; a anarquia é a destruição da miséria, da superstição e do ódio
entre as pessoas. Portanto, cada golpe desferido nas instituições da propriedade privada
dos meios de produção e do governo é um passo rumo à anarquia. Cada mentira desvelada,
cada parcela de atividade humana subtraída ao controle da autoridade, cada esforço
tendendo a elevar a consciência popular e a aumentar o espírito de solidariedade e de
iniciativa, assim com a igualar as condições é um passo a mais rumo à anarquia.&quot;</small></font></p>
<p><font face="Courier New"><small>Os surrealistas, que há anos estão unidos aos
anarquistas afirmam ainda que cada vez que um casal s<!-- www.attrition.org web hack mirror - watermark or something -->