Permalink
Browse files

Sincronizacao com a versao en_US r39544 - Revisado ate a linha 218 (2…

…03 no original)
  • Loading branch information...
ebrandi committed Sep 16, 2012
1 parent ce70e36 commit 62b98612b0853044f1612d9acd6128fac150795c
@@ -1,12 +0,0 @@
-<!--
-
- The FreeBSD Documentation Project
- The FreeBSD Brazilian Portuguese Documentation Project
-
- $FreeBSD$
-
- Original revision: r38826
-
--->
-
-<!DOCTYPE chapter PUBLIC "-//FreeBSD//DTD DocBook V3.1-Based Extension//EN">
@@ -1,3 +1,4 @@
+<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" standalone="no"?>
<!-- Copyright (c) 1998, 1999 Nik Clayton, All rights reserved.
Redistribution and use in source (SGML DocBook) and 'compiled' forms
@@ -32,25 +33,25 @@
$FreeBSD: head/pt_BR.ISO8859-1/books/fdp-primer/sgml-primer/chapter.sgml 39534 2012-09-14 12:11:19Z gabor $
- Original revision: r38826
+ Original revision: r39544
-->
-<chapter id="sgml-primer">
- <title>SGML Primer</title>
+<chapter id="xml-primer">
+ <title>XML Primer</title>
<para>A maioria dos documentos do FDP � escrita utilizando
- SGML. Este cap�tulo ir� explicar exatamente o que
+ XML. Este cap�tulo ir� explicar exatamente o que
isso significa, como ler e compreender os fontes dos documentos
- e os truques de SGML que voc� ir� se defrontar na
+ e os truques de XML que voc� ir� se defrontar na
documenta��o.</para>
<para>Partes desta se��o foram inspiradas no documento
<ulink url="http://www.galassi.org/mark/mydocs/docbook-intro/docbook-intro.html">
Come�ando a utilizar o DocBook</ulink> de autoria do
Mark Galassi.</para>
- <sect1 id="sgml-primer-overview">
+ <sect1 id="xml-primer-overview">
<title>Vis�o Geral</title>
<para>Antigamente, era simples de se lidar com um texto
@@ -128,7 +129,7 @@
<para>O exemplo acima foi na verdade escrito neste documento
como se segue:</para>
- <programlisting><![ CDATA [
+ <programlisting><![CDATA[
<para>Para remover <filename>/tmp/foo</filename> utilize &man.rm.1;.</para>
<screen>&prompt.user; <userinput>rm /tmp/foo</userinput></screen>]]></programlisting>
@@ -154,71 +155,66 @@
voc� realmente precisa � de uma linguagem
prim�ria, a qual voc� possa utilizar para
escrever estas e outras linguagens de marca��o.
- Uma <emphasis>meta linguagem de
- marca��o</emphasis>.</para>
-
- <para>� exatamente isso que a <foreignphrase>Standard
- Generalized Markup Language</foreignphrase> (SGML) �.
- Muitas linguagens de marca��o foram escritas em
- SGML, incluindo as duas mais utilizadas pelo FDP, o HTML e o
- DocBook.</para>
-
- <para>Cada defini��o de linguagem � mais
- corretamente chamada de Defini��o de Tipo de
- Documento (DTD). O DTD especifica o nome dos elementos que
- podem ser utilizados, em qual ordem eles aparecem (e se alguma
- marca��o pode ser utilizada dentro de outra
- marca��o) e as informa��es
- relacionadas. Um DTD � algumas vezes referenciado como
- uma <emphasis>aplica��o</emphasis> do SGML.</para>
-
- <para id="sgml-primer-validating">Um DTD � uma
+ Uma <emphasis>meta linguagem de marca��o</emphasis>.</para>
+
+ <para>� exatamente isso que a <foreignphrase>eXtensible Markup
+ Language</foreignphrase> (XML) �. Muitas linguagens de
+ marca��o foram escritas em XML, incluindo as duas mais
+ utilizadas pelo FDP, o XHTML e o DocBook.</para>
+
+ <para>Cada defini��o de linguagem � mais corretamente chamada de
+ gram�tica, vocabul�rio, esquema ou Defini��o de Tipo de
+ Documento (DTD). Existem v�rias linguagens para especificar uma
+ gram�tica XML, por exemplo o DTD (sim, isso tamb�m significa a
+ pr�pria linguagem de especifica��o em si), XML Schema (XSD) ou
+ RELANG NG. O XSD espec�fica o nome dos elementos que podem
+ ser utilizados, em qual a ordem eles aparecem (e se alguma
+ marca��o pode ser utilizada dentro de outra marca��o) e
+ informa��es relacionadas.</para>
+
+ <para id="xml-primer-validating">Um esquema XSD � uma
especifica��o <emphasis>completa</emphasis> de
todos os elementos que podem ser utilizados, da ordem em que
- podem aparecer, quais elementos s�o obrigat�rios,
- quais s�o opcionais, e assim por diante. Isto torna
- poss�vel escrever um interpretador (parser) SGML, que
- leia ambos os DTD e um documento que reividique se adequar ao
- DTD. O interpretador pode ent�o confirmar se todos os
- elementos obrigat�rios do DTD est�o (ou
+ podem aparecer, de quais elementos s�o obrigat�rios,
+ de quais s�o opcionais, e assim por diante. Isto torna
+ poss�vel escrever um interpretador (parser) XML, que
+ leia tanto o esquema XSD quanto um documento que reividique
+ se adequar ao esquema. O interpretador pode ent�o confirmar se
+ todos os elementos obrigat�rios do vocabul�rio est�o (ou
n�o) presentes no documento na ordem correta, e se
- existem erros na marca��o. Isto �
- normalmente referenciado como <quote>valida��o
- do documento</quote>.</para>
+ existem erros na marca��o. Isto � normalmente referenciado
+ como <quote>valida��o do documento</quote>.</para>
<note>
<para>Este processamento simplesmente confirma se a escolha
dos elementos, a sua ordena��o, etc,
- est�o de acordo com o especificado no DTD. Ele <emphasis>
- n�o</emphasis> verifica se voc� utilizou a
+ est�o de acordo com o especificado na gram�tica. Ele
+ <emphasis>n�o</emphasis> verifica se voc� utilizou a
marca��o <emphasis>adequada</emphasis> para o
conte�do. Se voc� tentasse marcar todos os
nomes de arquivo em seu documento como nomes de
fun��es, o interpretador n�o iria
- apontar isto como um erro (assumindo, naturalmente, que a sua
- DTD define elementos para nomes de arquivos e para
+ apontar isto como um erro (assumindo, naturalmente, que o seu
+ esquema define elementos para nomes de arquivos e para
fun��es, e que eles podem ser utilizados nos
mesmos lugares).</para>
</note>
- <para>� prov�vel que a maioria das suas
- contribui��es ao projeto de
- documenta��o ir�o se constituir de
- conte�dos marcados tanto em HTML quanto em DocBook,
- em vez de altera��es nos DTDs.
- Por esta raz�o este livro n�o ir� abordar
- a cria��o de um DTD.</para>
+ <para>� prov�vel que a maioria das suas contribui��es ao projeto
+ de documenta��o ir�o se constituir de conte�dos marcados tanto
+ em XHTML quanto em DocBook, em vez de altera��es nos esquemas.
+ Por esta raz�o este livro n�o ir� abordar a cria��o de um
+ vocabul�rio.</para>
</sect1>
- <sect1 id="sgml-primer-elements">
+ <sect1 id="xml-primer-elements">
<title>Elementos, tags, e atributos</title>
- <para>Todos os DTDs escritos em SGML compartilham certas
- caracter�sticas. Isto � uma dura surpresa,
- como a filosofia por de tr�s do SGML nos
- mostrar� ser completamente inevit�vel. Uma das
- manifesta��es mais �bvias desta filosofia
- est� no <emphasis>conte�do</emphasis> e nos
+ <para>Todos os vocabul�rios escritos em XML compartilham certas
+ caracter�sticas. Isto � uma dura surpresa, como a filosofia
+ por de tr�s do XML nos mostrar� ser completamente inevit�vel.
+ Uma das manifesta��es mais �bvias desta filosofia est� no
+ <emphasis>conte�do</emphasis> e nos
<emphasis>elementos</emphasis>.</para>
<para>A sua documenta��o (independente se �

0 comments on commit 62b9861

Please sign in to comment.