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🛁🇧🇷 Clean Code conceitos adaptados para PHP
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Correção frase nível abstração das funções
Latest commit 49b65bd Apr 9, 2019
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.gitattributes initial commit Jan 16, 2017
LICENSE initial commit Jan 16, 2017
README.md Correção frase nível abstração das funções Apr 6, 2019

README.md

Clean Code PHP

Sumário

  1. Introdução
  2. Variáveis
  3. Funções
  4. Objetos e estrutura de dados
  5. Classes
  6. Não repita você mesmo (DRY)
  7. Traduções

Introdução

O livro Software engineering principles, de Robert C. Martin Clean Code, adaptado para PHP. Isso não é um guia de estilo. É um guia para podução de software em PHP legível, reusável, e refatorável.

Nem todos os princípios aqui contidos devem ser rigorosamente seguidos, e muito menos serão universalmente acordado. Estas são orientações e nada mais, mas são codificadas em muitos anos de experiência coletiva pelos autores do Clean Code.

Inspirado em clean-code-javascript

Variáveis

Use variáveis pronunciaveis e com significado claro

Ruim:

$ymdstr = $moment->format('y-m-d');

Bom:

$currentDate = $moment->format('y-m-d');

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Use o mesmo vocabulário para o mesmo tipo de variável

Ruim:

getUserInfo();
getUserData();
getUserRecord();
getUserProfile();

Bom:

getUser();

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Use nomes pesquisáveis (parte 1)

Nós vamos ler mais código do que escrever. É importante que o código que nós escrevemos é legível e pesquisável. Por não nomear variáveis que sejam significativas para o entendimento do nosso programa, nós machucamos nossos leitores. Faça variáveis com nomes pesquisáveis.

Ruim:

// What the heck is 448 for?
$result = $serializer->serialize($data, 448);

Bom:

$json = $serializer->serialize($data, JSON_UNESCAPED_SLASHES | JSON_PRETTY_PRINT | JSON_UNESCAPED_UNICODE);

Use nomes pesquisáveis (parte 2)

Ruim:

// What the heck is 4 for?
if ($user->access & 4) {
    // ...
}

Bom:

class User
{
    const ACCESS_READ = 1;
    const ACCESS_CREATE = 2;
    const ACCESS_UPDATE = 4;
    const ACCESS_DELETE = 8;
}

if ($user->access & User::ACCESS_UPDATE) {
    // do edit ...
}

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Use nomes explicativos

Ruim:

$address = 'One Infinite Loop, Cupertino 95014';
$cityZipCodeRegex = '/^[^,\\]+[,\\\s]+(.+?)\s*(\d{5})?$/';
preg_match($cityZipCodeRegex, $address, $matches);

saveCityZipCode($matches[1], $matches[2]);

Nada mal:

É melhor, mas ainda depende do regex.

$address = 'One Infinite Loop, Cupertino 95014';
$cityZipCodeRegex = '/^[^,\\]+[,\\\s]+(.+?)\s*(\d{5})?$/';
preg_match($cityZipCodeRegex, $address, $matches);

list(, $city, $zipCode) = $matches;
saveCityZipCode($city, $zipCode);

Bom:

Diminui a dependencia do regex nomeando os subpadrões.

$address = 'One Infinite Loop, Cupertino 95014';
$cityZipCodeRegex = '/^[^,\\]+[,\\\s]+(?<city>.+?)\s*(?<zipCode>\d{5})?$/';
preg_match($cityZipCodeRegex, $address, $matches);

saveCityZipCode($matches['city'], $matches['zipCode']);

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Evite mapa mental

Não forece o leitor do seu código traduzir o que as variáveis significam. Explicito é melhor que implicito.

Ruim:

$l = ['Austin', 'New York', 'San Francisco'];

for ($i = 0; $i < count($l); $i++) {
    $li = $l[$i];
    doStuff();
    doSomeOtherStuff();
    // ...
    // ...
    // ...
    // Wait, what is `$li` for again?
    dispatch($li);
}

Bom:

$locations = ['Austin', 'New York', 'San Francisco'];

foreach ($locations as $location) {
    doStuff();
    doSomeOtherStuff();
    // ...
    // ...
    // ...
    dispatch($location);
}

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Não coloque contexto desnecessário

Se o nome de sua classe/objeto diz alguma coisa, não repita no nome de suas variáveis.

Ruim:

class Car
{
    public $carMake;
    public $carModel;
    public $carColor;

    //...
}

Bom:

class Car
{
    public $make;
    public $model;
    public $color;

    //...
}

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Use argumentos padrão ao invés de condicionais

Nada mal: Isso não é nada mal porque $breweryName pode ser NULL.

function createMicrobrewery($breweryName = 'Hipster Brew Co.')
{
    // ...
}

Nada mal:

Isso pode ser entendido melhor do que a versão anterior, mas é melhor ter o controle do valor da sua variável.

function createMicrobrewery($name = null)
{
    $breweryName = $name ?: 'Hipster Brew Co.';
    // ...
}

Bom:

Se você tiver suporte para PHP 7+, você pode usar type hinting e ter certeza que $breweryName não será NULL.

function createMicrobrewery(string $breweryName = 'Hipster Brew Co.')
{
    // ...
}

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Funções

Parâmetros de funções (2 ou menos)

Limitando a quantidade de parâmetros em uma função é importante porque é possivel testar a função de forma mais fácil. Tendo mais de três conduz em uma explosão combinacional onde você tem vários casos de teste de diferentes parâmetros separados.

Zero parâmetros é o caso ideal. Um ou dois parâmetros é ok, e três ou mais deve ser evitado. Qualquer coisa mais deve ser consolidado. Frequentemente, se você tem mais de dois parâmetros quer dizer que sua função está tentando fazer coisas demais. Em casos onde não está, você deve usar um objeto higher-level para suprir os parâmetros.

Ruim:

function createMenu($title, $body, $buttonText, $cancellable)
{
    // ...
}

Bom:

class MenuConfig
{
    public $title;
    public $body;
    public $buttonText;
    public $cancellable = false;
}

$config = new MenuConfig();
$config->title = 'Foo';
$config->body = 'Bar';
$config->buttonText = 'Baz';
$config->cancellable = true;

function createMenu(MenuConfig $config)
{
    // ...
}

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Funções devem fazer apenas uma coisa

Esse é de longe a regra mais importante na engenharia de software. Quando funções fazem mais do que uma coisa, elas são difíceis de utilizar, testar e racionalizar. Quando você pode isolar uma função para apenas uma coisa, elas podem ser refatoradas facilmente e seu código será lido com muito mais clareza. Se você não pegar nada desse guia, além disso, você vai está à frente de muitos desenvolvedores.

Ruim:

function emailClients($clients)
{
    foreach ($clients as $client) {
        $clientRecord = $db->find($client);
        if ($clientRecord->isActive()) {
            email($client);
        }
    }
}

Bom:

function emailClients($clients)
{
    $activeClients = activeClients($clients);
    array_walk($activeClients, 'email');
}

function activeClients($clients)
{
    return array_filter($clients, 'isClientActive');
}

function isClientActive($client)
{
    $clientRecord = $db->find($client);

    return $clientRecord->isActive();
}

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Nome de função deve dizer o que ela faz

Ruim:

class Email
{
    //...

    public function handle()
    {
        mail($this->to, $this->subject, $this->body);
    }
}

$message = new Email(...);
// What is this? A handle for the message? Are we writing to a file now?
$message->handle();

Bom:

class Email 
{
    //...

    public function send()
    {
        mail($this->to, $this->subject, $this->body);
    }
}

$message = new Email(...);
// Clear and obvious
$message->send();

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Funções devem ter apenas um nível de abstração

Quando você possui mais de um nível de abstração, sua função deve estar fazendo coisas demais. Separar as funções leva a reusabilidade e testes de forma mais fácil.

Ruim:

function parseBetterJSAlternative($code)
{
    $regexes = [
        // ...
    ];

    $statements = explode(' ', $code);
    $tokens = [];
    foreach ($regexes as $regex) {
        foreach ($statements as $statement) {
            // ...
        }
    }

    $ast = [];
    foreach ($tokens as $token) {
        // lex...
    }

    foreach ($ast as $node) {
        // parse...
    }
}

Bad too:

Cuidamos de algumas funcionalidades, mas a função parseBetterJSAlternative() ainda é muito complexa e não testavel.

function tokenize($code)
{
    $regexes = [
        // ...
    ];

    $statements = explode(' ', $code);
    $tokens = [];
    foreach ($regexes as $regex) {
        foreach ($statements as $statement) {
            $tokens[] = /* ... */;
        }
    }

    return $tokens;
}

function lexer($tokens)
{
    $ast = [];
    foreach ($tokens as $token) {
        $ast[] = /* ... */;
    }

    return $ast;
}

function parseBetterJSAlternative($code)
{
    $tokens = tokenize($code);
    $ast = lexer($tokens);
    foreach ($ast as $node) {
        // parse...
    }
}

Bom:

A melhor solução é retirar as dependencias da função parseBetterJSAlternative().

class Tokenizer
{
    public function tokenize($code)
    {
        $regexes = [
            // ...
        ];

        $statements = explode(' ', $code);
        $tokens = [];
        foreach ($regexes as $regex) {
            foreach ($statements as $statement) {
                $tokens[] = /* ... */;
            }
        }

        return $tokens;
    }
}

class Lexer
{
    public function lexify($tokens)
    {
        $ast = [];
        foreach ($tokens as $token) {
            $ast[] = /* ... */;
        }

        return $ast;
    }
}

class BetterJSAlternative
{
    private $tokenizer;
    private $lexer;

    public function __construct(Tokenizer $tokenizer, Lexer $lexer)
    {
        $this->tokenizer = $tokenizer;
        $this->lexer = $lexer;
    }

    public function parse($code)
    {
        $tokens = $this->tokenizer->tokenize($code);
        $ast = $this->lexer->lexify($tokens);
        foreach ($ast as $node) {
            // parse...
        }
    }
}

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Não use flags como parâmetros

Flags dizem para seu usuário que essa função faz mais de uma coisa. Funções devem fazer apenas uma coisa. Divida suas funções se elas estão seguindo diferentes diretórios baseado em um boleano.

Ruim:

function createFile($name, $temp = false)
{
    if ($temp) {
        touch('./temp/'.$name);
    } else {
        touch($name);
    }
}

Bom:

function createFile($name)
{
    touch($name);
}

function createTempFile($name)
{
    touch('./temp/'.$name);
}

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Evite efeito colateral

Uma função produz um efeito colateral se ela faz mais do que pegar um valor e retornar outro ou outros. Um efeito colateral pode ser, escrever em um arquivo, modificar uma variável global, ou acidentalmente mandar todo seu dinheiro pra um estranho.

Agora, você pode ter efeitos colaterais em uma determinada situação. Como no exemplo anterior, você pode precisar escrever em um arquivo. O que você quer fazer é centralizar onde você está fazendo isso. Não tenha várias funções ou classes que escrevem em um arquivo particular. Tenha um serviço que faça isso. Um e apenas um.

O ponto principal é evitar armadilhas comuns como compartilhar um estado entre objetos sem qualquer estrutura, usando dados mutáveis que podem ser escritos por qualquer coisa, e não centralizando onde os efeitos colaterais irão ocorrer. Se você pode fazer isso, você ficará mais feliz do que a maioria dos outros programadores.

Ruim:

// Global variable referenced by following function.
// If we had another function that used this name, now it'd be an array and it could break it.
$name = 'Ryan McDermott';

function splitIntoFirstAndLastName()
{
    global $name;

    $name = explode(' ', $name);
}

splitIntoFirstAndLastName();

var_dump($name); // ['Ryan', 'McDermott'];

Bom:

function splitIntoFirstAndLastName($name)
{
    return explode(' ', $name);
}

$name = 'Ryan McDermott';
$newName = splitIntoFirstAndLastName($name);

var_dump($name); // 'Ryan McDermott';
var_dump($newName); // ['Ryan', 'McDermott'];

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Não escreva funções globais

Criar globais é uma má prática em várias linguagens porque você pode colidir com outra biblioteca e não será claro para o usuário de sua API até que ele tenha uma exceção em produção. Vamos pensar em um exemplo: se você quiser um array de configuração. Vode poderia escrever uma função global como config(), mas pode colidir com outra biblioteca que tentou fazer a mesma coisa.

Ruim:

function config()
{
    return  [
        'foo' => 'bar',
    ]
}

Bom:

class Configuration
{
    private $configuration = [];

    public function __construct(array $configuration)
    {
        $this->configuration = $configuration;
    }

    public function get($key)
    {
        return isset($this->configuration[$key]) ? $this->configuration[$key] : null;
    }
}

Carrega a configuração e crie uma instância da classe Configuration

$configuration = new Configuration([
    'foo' => 'bar',
]);

Agora você deve usar a instância de Configuration na sua aplicação.

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Não use o padrão Singleton

Singleton é um anti-padrão. Interpretado de Brian Button:

  1. Eles geralmente são usados como uma instância global, por que isso é tão ruim? Porque você esconde as dependencias da aplicação no seu código, em vez de expor eles através de interfaces. Fazendo alguma coisa global pra evitar que o código cheire mal.
  2. Ele viola o Princípio da Responsabilidade Única: pelo fato de controlar sua prórpia crianção e ciclo de vida.
  3. Eles inerentemente fazem com que o código seja muito acoplado. Isso faz com que eles resultem em falsos resultados em testes em muitos casos.
  4. Eles carregam o estado por todo o tempo de vida da aplicação. Um bateria de testes para simular uma situação específica os testes precisam ser ordenados deixando o propósito dos testes unitários de lado. Por quê? Porque cada teste unitário deve ser independente um do outro.

Também tem algumas ideias muitos boas do Misko Hevery falando sobre o centro do problema.

Ruim:

class DBConnection
{
    private static $instance;

    private function __construct($dsn)
    {
        // ...
    }

    public static function getInstance()
    {
        if (self::$instance === null) {
            self::$instance = new self();
        }

        return self::$instance;
    }

    // ...
}

$singleton = DBConnection::getInstance();

Bom:

class DBConnection
{
    public function __construct(array $dsn)
    {
        // ...
    }

     // ...
}

Criar uma instância da classe DBConnection e configuar com DSN.

$connection = new DBConnection($dsn);

E agora você deve usar a instância de DBConnection na sua aplicação.

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Encapsule condicionais

Ruim:

if ($article->state === 'published') {
    // ...
}

Bom:

if ($article->isPublished()) {
    // ...
}

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Evite condicionais negativas

Ruim:

function isDOMNodeNotPresent($node)
{
    // ...
}

if (!isDOMNodeNotPresent($node))
{
    // ...
}

Bom:

function isDOMNodePresent($node)
{
    // ...
}

if (isDOMNodePresent($node)) {
    // ...
}

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Evite condicionais

Essa parece ser uma tarefa impossível. A primeira coisa que as pessoas dizem quando ouvem isso é "como eu poderia fazer qualquer coisa sem um if?" A resposta é que você pode usar polimorfismo para chegar no mesmo resultado em muitos casos. A segunda pergunta é, "Bom, isso é legal, mas por que eu faria isso?" A resposta é um outro conceito de código limpo que nós aprendemos: Uma função deve fazer apenas uma coisa. Quando você tem classes e funções com if, você está dizendo que sua função faz mais de uma coisa. Lembre-se, só uma coisa.

Ruim:

class Airplane
{
    // ...

    public function getCruisingAltitude()
    {
        switch ($this->type) {
            case '777':
                return $this->getMaxAltitude() - $this->getPassengerCount();
            case 'Air Force One':
                return $this->getMaxAltitude();
            case 'Cessna':
                return $this->getMaxAltitude() - $this->getFuelExpenditure();
        }
    }
}

Bom:

interface Airplane
{
    // ...

    public function getCruisingAltitude();
}

class Boeing777 implements Airplane
{
    // ...

    public function getCruisingAltitude()
    {
        return $this->getMaxAltitude() - $this->getPassengerCount();
    }
}

class AirForceOne implements Airplane
{
    // ...

    public function getCruisingAltitude()
    {
        return $this->getMaxAltitude();
    }
}

class Cessna implements Airplane
{
    // ...

    public function getCruisingAltitude()
    {
        return $this->getMaxAltitude() - $this->getFuelExpenditure();
    }
}

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Evite verificação de tipo (parte 1)

PHP não é fortemente tipado, isso quer dizer, que suas funções podem receber qualquer tipo de argumento. Algumas vezes você é fisgado pela liberdade e isso se tornar tentador fazer verificação de tipo nas suas funções. Há várias maneiras de evitar fazer isso. A primeira é, APIs consistentes

Ruim:

function travelToTexas($vehicle)
{
    if ($vehicle instanceof Bicycle) {
        $vehicle->peddleTo(new Location('texas'));
    } elseif ($vehicle instanceof Car) {
        $vehicle->driveTo(new Location('texas'));
    }
}

Bom:

function travelToTexas(Traveler $vehicle)
{
    $vehicle->travelTo(new Location('texas'));
}

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Evite verificação de tipo (parte 2)

Se você estiver trabalhando com tipos primitivos como strings, inteiros e arrays, e você usa PHP 7+ e você não pode usar polimorfismo, mas você ainda sente a necessidade de verificar os tipos, você deve considerar a declaração de tipo ou modo estrito. Isso permite que você use tipos estáticos por padrão na sintáxe da linguagem PHP. O problema com verificação de tipo manual é que isso requer muito mais código escrito para ter os tipos validados, e você perde a legibilidade do código. Mantenha seu PHP limpo, escreva bons testes, e tenha boas revisões. Caso contrário, faça tudo como o modo estrito do PHP.

Ruim:

function combine($val1, $val2)
{
    if (!is_numeric($val1) || !is_numeric($val2)) {
        throw new \Exception('Must be of type Number');
    }

    return $val1 + $val2;
}

Bom:

function combine(int $val1, int $val2)
{
    return $val1 + $val2;
}

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Remova código morto

Código morto é tão ruim quanto duplicar o código. Não há motivos para manter ele no seu projeto. Se ele não está sendo chamado, livre-se dele! Ele ainda está seguro no histórico de versão quando você precisar dele.

Ruim:

function oldRequestModule($url)
{
    // ...
}

function newRequestModule($url)
{
    // ...
}

$request = newRequestModule($requestUrl);
inventoryTracker('apples', $request, 'www.inventory-awesome.io');

Bom:

function requestModule($url)
{
    // ...
}

$request = requestModule($requestUrl);
inventoryTracker('apples', $request, 'www.inventory-awesome.io');

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Objetos e estrutura de dados

Use getters e setters

In PHP you can set public, protected and private keywords for methods. Using it, you can control properties modification on an object.

  • When you want to do more beyond getting an object property, you don't have to look up and change every accessor in your codebase.
  • Makes adding validation simple when doing a set.
  • Encapsulates the internal representation.
  • Easy to add logging and error handling when getting and setting.
  • Inheriting this class, you can override default functionality.
  • You can lazy load your object's properties, let's say getting it from a server.

Additionally, this is part of Princípio do Aberto/Fechado, from object-oriented design principles.

Ruim:

class BankAccount
{
    public $balance = 1000;
}

$bankAccount = new BankAccount();

// Buy shoes...
$bankAccount->balance -= 100;

Bom:

class BankAccount
{
    private $balance;

    public function __construct($balance = 1000)
    {
      $this->balance = $balance;
    }

    public function withdrawBalance($amount)
    {
        if ($amount > $this->balance) {
            throw new \Exception('Amount greater than available balance.');
        }

        $this->balance -= $amount;
    }

    public function depositBalance($amount)
    {
        $this->balance += $amount;
    }

    public function getBalance()
    {
        return $this->balance;
    }
}

$bankAccount = new BankAccount();

// Buy shoes...
$bankAccount->withdrawBalance($shoesPrice);

// Get balance
$balance = $bankAccount->getBalance();

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Faça objetos terem membros private/protected

Ruim:

class Employee
{
    public $name;

    public function __construct($name)
    {
        $this->name = $name;
    }
}

$employee = new Employee('John Doe');
echo 'Employee name: '.$employee->name; // Employee name: John Doe

Bom:

class Employee
{
    private $name;

    public function __construct($name)
    {
        $this->name = $name;
    }

    public function getName()
    {
        return $this->name;
    }
}

$employee = new Employee('John Doe');
echo 'Employee name: '.$employee->getName(); // Employee name: John Doe

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Classes

Princípio da Responsabilidade Única (SRP)

As stated in Clean Code, "There should never be more than one reason for a class to change". It's tempting to jam-pack a class with a lot of functionality, like when you can only take one suitcase on your flight. The issue with this is that your class won't be conceptually cohesive and it will give it many reasons to change. Minimizing the amount of times you need to change a class is important. It's important because if too much functionality is in one class and you modify a piece of it, it can be difficult to understand how that will affect other dependent modules in your codebase.

Ruim:

class UserSettings
{
    private $user;

    public function __construct($user)
    {
        $this->user = $user;
    }

    public function changeSettings($settings)
    {
        if ($this->verifyCredentials()) {
            // ...
        }
    }

    private function verifyCredentials()
    {
        // ...
    }
}

Bom:

class UserAuth 
{
    private $user;

    public function __construct($user)
    {
        $this->user = $user;
    }
    
    public function verifyCredentials()
    {
        // ...
    }
}

class UserSettings 
{
    private $user;
    private $auth;

    public function __construct($user) 
    {
        $this->user = $user;
        $this->auth = new UserAuth($user);
    }

    public function changeSettings($settings)
    {
        if ($this->auth->verifyCredentials()) {
            // ...
        }
    }
}

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Princípio do Aberto/Fechado (OCP)

As stated by Bertrand Meyer, "software entities (classes, modules, functions, etc.) should be open for extension, but closed for modification." What does that mean though? This principle basically states that you should allow users to add new functionalities without changing existing code.

Ruim:

abstract class Adapter
{
    protected $name;

    public function getName()
    {
        return $this->name;
    }
}

class AjaxAdapter extends Adapter
{
    public function __construct()
    {
        parent::__construct();

        $this->name = 'ajaxAdapter';
    }
}

class NodeAdapter extends Adapter
{
    public function __construct()
    {
        parent::__construct();

        $this->name = 'nodeAdapter';
    }
}

class HttpRequester
{
    private $adapter;

    public function __construct($adapter)
    {
        $this->adapter = $adapter;
    }

    public function fetch($url)
    {
        $adapterName = $this->adapter->getName();

        if ($adapterName === 'ajaxAdapter') {
            return $this->makeAjaxCall($url);
        } elseif ($adapterName === 'httpNodeAdapter') {
            return $this->makeHttpCall($url);
        }
    }

    private function makeAjaxCall($url)
    {
        // request and return promise
    }

    private function makeHttpCall($url)
    {
        // request and return promise
    }
}

Bom:

interface Adapter
{
    public function request($url);
}

class AjaxAdapter implements Adapter
{
    public function request($url)
    {
        // request and return promise
    }
}

class NodeAdapter implements Adapter
{
    public function request($url)
    {
        // request and return promise
    }
}

class HttpRequester
{
    private $adapter;

    public function __construct(Adapter $adapter)
    {
        $this->adapter = $adapter;
    }

    public function fetch($url)
    {
        return $this->adapter->request($url);
    }
}

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Princício da Substituição de Liskov (LSP)

This is a scary term for a very simple concept. It's formally defined as "If S is a subtype of T, then objects of type T may be replaced with objects of type S (i.e., objects of type S may substitute objects of type T) without altering any of the desirable properties of that program (correctness, task performed, etc.)." That's an even scarier definition.

The best explanation for this is if you have a parent class and a child class, then the base class and child class can be used interchangeably without getting incorrect results. This might still be confusing, so let's take a look at the classic Square-Rectangle example. Mathematically, a square is a rectangle, but if you model it using the "is-a" relationship via inheritance, you quickly get into trouble.

Ruim:

class Rectangle
{
    protected $width = 0;
    protected $height = 0;

    public function render($area)
    {
        // ...
    }

    public function setWidth($width)
    {
        $this->width = $width;
    }

    public function setHeight($height)
    {
        $this->height = $height;
    }

    public function getArea()
    {
        return $this->width * $this->height;
    }
}

class Square extends Rectangle
{
    public function setWidth($width)
    {
        $this->width = $this->height = $width;
    }

    public function setHeight(height)
    {
        $this->width = $this->height = $height;
    }
}

function renderLargeRectangles($rectangles)
{
    foreach ($rectangles as $rectangle) {
        $rectangle->setWidth(4);
        $rectangle->setHeight(5);
        $area = $rectangle->getArea(); // BAD: Will return 25 for Square. Should be 20.
        $rectangle->render($area);
    }
}

$rectangles = [new Rectangle(), new Rectangle(), new Square()];
renderLargeRectangles($rectangles);

Bom:

abstract class Shape
{
    protected $width = 0;
    protected $height = 0;

    abstract public function getArea();

    public function render($area)
    {
        // ...
    }
}

class Rectangle extends Shape
{
    public function setWidth($width)
    {
        $this->width = $width;
    }

    public function setHeight($height)
    {
        $this->height = $height;
    }

    public function getArea()
    {
        return $this->width * $this->height;
    }
}

class Square extends Shape
{
    private $length = 0;

    public function setLength($length)
    {
        $this->length = $length;
    }

    public function getArea()
    {
        return pow($this->length, 2);
    }
}

function renderLargeRectangles($rectangles)
{
    foreach ($rectangles as $rectangle) {
        if ($rectangle instanceof Square) {
            $rectangle->setLength(5);
        } elseif ($rectangle instanceof Rectangle) {
            $rectangle->setWidth(4);
            $rectangle->setHeight(5);
        }

        $area = $rectangle->getArea(); 
        $rectangle->render($area);
    }
}

$shapes = [new Rectangle(), new Rectangle(), new Square()];
renderLargeRectangles($shapes);

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Princípio da Segregação de interface (ISP)

ISP states that "Clients should not be forced to depend upon interfaces that they do not use."

A good example to look at that demonstrates this principle is for classes that require large settings objects. Not requiring clients to setup huge amounts of options is beneficial, because most of the time they won't need all of the settings. Making them optional helps prevent having a "fat interface".

Ruim:

interface Employee
{
    public function work();

    public function eat();
}

class Human implements Employee
{
    public function work()
    {
        // ....working
    }

    public function eat()
    {
        // ...... eating in lunch break
    }
}

class Robot implements Employee
{
    public function work()
    {
        //.... working much more
    }

    public function eat()
    {
        //.... robot can't eat, but it must implement this method
    }
}

Bom:

Not every worker is an employee, but every employee is an worker.

interface Workable
{
    public function work();
}

interface Feedable
{
    public function eat();
}

interface Employee extends Feedable, Workable
{
}

class Human implements Employee
{
    public function work()
    {
        // ....working
    }

    public function eat()
    {
        //.... eating in lunch break
    }
}

// robot can only work
class Robot implements Workable
{
    public function work()
    {
        // ....working
    }
}

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Princípio da Injeção de dependências (DIP)

This principle states two essential things:

  1. High-level modules should not depend on low-level modules. Both should depend on abstractions.
  2. Abstractions should not depend upon details. Details should depend on abstractions.

This can be hard to understand at first, but if you've worked with PHP frameworks (like Symfony), you've seen an implementation of this principle in the form of Dependency Injection (DI). While they are not identical concepts, DIP keeps high-level modules from knowing the details of its low-level modules and setting them up. It can accomplish this through DI. A huge benefit of this is that it reduces the coupling between modules. Coupling is a very bad development pattern because it makes your code hard to refactor.

Ruim:

class Employee
{
    public function work()
    {
        // ....working
    }
}

class Robot extends Employee
{
    public function work()
    {
        //.... working much more
    }
}

class Manager
{
    private $employee;

    public function __construct(Employee $employee)
    {
        $this->employee = $employee;
    }

    public function manage()
    {
        $this->employee->work();
    }
}

Bom:

interface Employee
{
    public function work();
}

class Human implements Employee
{
    public function work()
    {
        // ....working
    }
}

class Robot implements Employee
{
    public function work()
    {
        //.... working much more
    }
}

class Manager
{
    private $employee;

    public function __construct(Employee $employee)
    {
        $this->employee = $employee;
    }

    public function manage()
    {
        $this->employee->work();
    }
}

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Use method chaining

This pattern is very useful and commonly used in many libraries such as PHPUnit and Doctrine. It allows your code to be expressive, and less verbose. For that reason, use method chaining and take a look at how clean your code will be. In your class functions, simply use return $this at the end of every set function, and you can chain further class methods onto it.

Ruim:

class Car 
{
    private $make = 'Honda';
    private $model = 'Accord';
    private $color = 'white';

    public function setMake($make)
    {
        $this->make = $make;
    }

    public function setModel($model)
    {
        $this->model = $model;
    }

    public function setColor($color)
    {
        $this->color = $color;
    }

    public function dump()
    {
        var_dump($this->make, $this->model, $this->color);
    }
}

$car = new Car();
$car->setColor('pink');
$car->setMake('Ford');
$car->setModel('F-150');
$car->dump();

Bom:

class Car 
{
    private $make = 'Honda';
    private $model = 'Accord';
    private $color = 'white';

    public function setMake($make)
    {
        $this->make = $make;
        
        // NOTE: Returning this for chaining
        return $this;
    }

    public function setModel($model)
    {
        $this->model = $model;

        // NOTE: Returning this for chaining
        return $this;
    }

    public function setColor($color)
    {
        $this->color = $color;

        // NOTE: Returning this for chaining
        return $this;
    }

    public function dump()
    {
        var_dump($this->make, $this->model, $this->color);
    }
}

$car = (new Car())
  ->setColor('pink')
  ->setMake('Ford')
  ->setModel('F-150')
  ->dump();

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Prefira composição do que herança

As stated famously in Design Patterns by the Gang of Four, you should Prefira composição do que herança where you can. There are lots of good reasons to use inheritance and lots of good reasons to use composition. The main point for this maxim is that if your mind instinctively goes for inheritance, try to think if composition could model your problem better. In some cases it can.

You might be wondering then, "when should I use inheritance?" It depends on your problem at hand, but this is a decent list of when inheritance makes more sense than composition:

  1. Your inheritance represents an "is-a" relationship and not a "has-a" relationship (Human->Animal vs. User->UserDetails).
  2. You can reuse code from the base classes (Humans can move like all animals).
  3. You want to make global changes to derived classes by changing a base class. (Change the caloric expenditure of all animals when they move).

Ruim:

class Employee 
{
    private $name;
    private $email;

    public function __construct($name, $email)
    {
        $this->name = $name;
        $this->email = $email;
    }

    // ...
}

// Bad because Employees "have" tax data. 
// EmployeeTaxData is not a type of Employee

class EmployeeTaxData extends Employee 
{
    private $ssn;
    private $salary;
    
    public function __construct($name, $email, $ssn, $salary)
    {
        parent::__construct($name, $email);

        $this->ssn = $ssn;
        $this->salary = $salary;
    }

    // ...
}

Bom:

class EmployeeTaxData 
{
    private $ssn;
    private $salary;

    public function __construct($ssn, $salary)
    {
        $this->ssn = $ssn;
        $this->salary = $salary;
    }

    // ...
}

class Employee 
{
    private $name;
    private $email;
    private $taxData;

    public function __construct($name, $email)
    {
        $this->name = $name;
        $this->email = $email;
    }

    public function setTaxData($ssn, $salary)
    {
        $this->taxData = new EmployeeTaxData($ssn, $salary);
    }

    // ...
}

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Não repita você mesmo (DRY)

Try to observe the DRY principle.

Do your absolute best to avoid duplicate code. Duplicate code is bad because it means that there's more than one place to alter something if you need to change some logic.

Imagine if you run a restaurant and you keep track of your inventory: all your tomatoes, onions, garlic, spices, etc. If you have multiple lists that you keep this on, then all have to be updated when you serve a dish with tomatoes in them. If you only have one list, there's only one place to update!

Oftentimes you have duplicate code because you have two or more slightly different things, that share a lot in common, but their differences force you to have two or more separate functions that do much of the same things. Removing duplicate code means creating an abstraction that can handle this set of different things with just one function/module/class.

Getting the abstraction right is critical, that's why you should follow the SOLID principles laid out in the Classes section. Bad abstractions can be worse than duplicate code, so be careful! Having said this, if you can make a good abstraction, do it! Don't repeat yourself, otherwise you'll find yourself updating multiple places anytime you want to change one thing.

Ruim:

function showDeveloperList($developers)
{
    foreach ($developers as $developer) {
        $expectedSalary = $developer->calculateExpectedSalary();
        $experience = $developer->getExperience();
        $githubLink = $developer->getGithubLink();
        $data = [
            $expectedSalary,
            $experience,
            $githubLink
        ];

        render($data);
    }
}

function showManagerList($managers)
{
    foreach ($managers as $manager) {
        $expectedSalary = $manager->calculateExpectedSalary();
        $experience = $manager->getExperience();
        $githubLink = $manager->getGithubLink();
        $data = [
            $expectedSalary,
            $experience,
            $githubLink
        ];

        render($data);
    }
}

Bom:

function showList($employees)
{
    foreach ($employees as $employee) {
        $expectedSalary = $employee->calculateExpectedSalary();
        $experience = $employee->getExperience();
        $githubLink = $employee->getGithubLink();
        $data = [
            $expectedSalary,
            $experience,
            $githubLink
        ];

        render($data);
    }
}

Very good:

It is better to use a compact version of the code.

function showList($employees)
{
    foreach ($employees as $employee) {
        render([
            $employee->calculateExpectedSalary(),
            $employee->getExperience(),
            $employee->getGithubLink()
        ]);
    }
}

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Traduções

This is also available in other languages:

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