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README.md

alt text https://plenario.github.io/plenario/

[english]
plenario is an open source project which focuses on the results of the brazilian senate. it was coded during the four last days of the front-end bootcamp {reprograma}, in partnership with senai santa cecília, as final work.

plenario was idealized and coded by @gabrielacaesar. @guisoares2011 has kindly helped with a pull request. and we also had some help of {reprograma}'s volunteers and three teachers who work for senai santa cecília, institution located in são paulo, brazil.

the main idea is to offer a social control tool that stimulates the social participation and transparency. we believe accountability is important to consolidate democracies.

and, of course, with internet and social media, it gets easier to reach the politicians. we should make use of this advantage.

we elect senators every four years. all the 26 states and Distrito Federal are represented by three senators. in total, they are 81 senators. each one also have two substitutes, in case the senator dies, gets a license or resigns.

when elected, the senator guarantee at least eight years in power.

and, of course, a huge list of benefits, such as an apartment in Brasília, car, health assistance, employees (sometimes, more than 70 people) and more than R$ 30.000 available to spend per month with general spending.

why shouldn't we keep our eyes on them, even before the election?

why shouldn't we get in touch with them to ask about their recent decisions?

methodology
1 - the first version of plenario presents the results of 12 propositions voted by senators. all of them have been covered by the media and might be of society's interest.

two of 12 propositions are about the impeachment of Dilma Rousseff, in august 2016. they have been choosen due to the relevance.

the more recent proposition, "reforma trabalhista", was voted in july 2017.

2 - the votings of indications are undisclosed. so again we can't know exactly how each senador voted. this happened when Alexandre de Moraes, former Minister for Justice, was indicated to the Supreme Court.

there is also vote by acclamation, when we can't know exactly how each senator voted. fortunately, due to the nominal votings, we do have the opened results of the most controversial and important issues.

3 - the data was collected of the official website [www.senado.leg.br]. we think that it's better to communicate with less variables as possible.

this explains why we've decided to unify these labels:

  • "licença saúde", aka LS;
  • "senador em missão", aka MIS;
  • "atividade política/cultural", aka AP;
  • "licença particular", aka LP.

on plenario, all these labels are called "ausente".

following this logic, we've decided to unify two others labels:

  • "presente, mas não registrou voto", aka P-NRV;
  • "presidente" (since the presidente of the senate is coordenating the voting, he doesn't vote).

on plenario, all these labels are called "não votou".

4 - we are concerned not to get people confused. that's why we have considered the current party of the senator.

although Ângela Portela was affiliated with PT during the impeachment, her current party is PDT. pleario will always show Ângela Portela affiliated with PDT.

the same situation happens with Alvaro Dias and Romário, for example. both have migrated to Podemos, former PTN.

=====
[português]

plenário é um projeto, em código aberto, que trabalha os dados de votações do Senado Federal. a ferramenta foi desenvolvida durante os quatro últimos dias do curso de front-end {reprograma}, em parceria com o senai santa cecília, como trabalho final.

plenário foi idealizado e desenvolvido por @gabrielacaesar. @guisoares2011 ajudou com um pull request aqui no github. e também tivemos ajuda das voluntárias da {reprograma} e de três professores do senai santa cecília, localizado em são paulo, brasil.

a ideia principal é oferecer uma ferramenta de controle social que estimule participação social e transparência. acreditamos que accountability é importante na consolidação de democracias.

e, é claro, com internet e mídias sociais, ficou mais fácil alcançar os políticos. devemos fazer uso dessa vantagem.

elegemos senadores a cada quatro anos. todos os 26 estados e o Distrito Federal são representados por três senadores. no total, são 81 senadores. cada um tem dois suplentes, caso o senador morra, peça licença ou renuncie.

quando eleitos, o senador garante, pelo menos, oito anos no poder.

e, claro, uma lista imensa de benefícios, como apartamento em Brasília, carro, auxílio saúde, funcionários (algumas vezes, mais de 70 pessoas) e mais de R$ 30 mil mensais para gastos gerais.

por que nós não deveríamos ficar de olho neles, mesmo depois da eleição?

por que nós não deveríamos contatá-los para perguntar sobre suas recentes decisões?

metodologia

1 - a primeira versão do plenário apresenta o resultado de 12 proposições votadas pelos senadores. todas receberam destaque na imprensa e podem ser de interesse público.

duas das 12 proposições são sobre o impeachment de Dilma Rousseff, em agosto de 2016. elas foram escolhidas por conta da relevância nacional.

a proposição mais recente, "reforma trabalhista", foi votada em julho de 2017.

2 - as votações de indicados são secretas. isso significa que nós não sabemos exatamente como cada senador votou. foi que ocorreu quando Alexandre de Moraes, ex-ministro da Justiça, foi indicado para o Supremo Tribunal Federal.

há também votações por aclamação, quando nós também não sabemos exatamente como cada senador votou. felizmente, graças às votações nominais, nós temos o fácil acesso ao resultado das votações de questões mais polêmicas e/ou importantes.

3 - os dados foram coletados do site oficial do Senado Federal [www.senado.leg.br]. nós acreditamos que é melhor comunicar com menos variáveis.

isso explica por que nós decidimos unificar os rótulos abaixo:

  • "licença saúde", rótulo identificado pelo Senado por LS;
  • "senador em missão", rótulo identificado pelo Senado por MIS;
  • "atividade política/cultural", rótulo identificado pelo Senado por AP;
  • "licença particular", rótulo identificado pelo Senado por LP.

no plenario, todos esses rótulos foram chamados de "ausente".

seguindo a mesma lógica, decidimos unificar dois outros rótulos:

  • "presente, mas não registrou voto", rótulo identificado pelo Senado por P-NRV;
  • "presidente" (como o presidente do Senado coordena a votação, ele não vota).

no plenario, todos esses rótulos foram chamados de "não votou".

4 - nós nos preocupamos em não deixar o internauta confuso. é por isso que resolvemos usar o partido atual de cada senador.

embora Ângela Portela estivesse filiada ao PT na época do impeachment, o partido atual dela é o PDT. plenário mostrará sempre a senadora Ângela Portela filiada ao PDT.

temos a mesma situação com Alvaro Dias e Romário, por exemplo. ambos migraram para o Podemos, ex-PTN.

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