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Latest commit 1619945 May 12, 2016 @victorserpac victorserpac committed with leobalter pt-BR: Correcting a little grammar (#209)
The word "serem" in portuguese is incorrect as it is explained [here](http://jovempan.uol.com.br/noticias/comportamento-educacao/concordancia-verbal-ser-ou-serem.html).
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..
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readme.md pt-BR: Correcting a little grammar (#209) May 12, 2016

readme.md

Princípios para Escrever JavaScript de forma Consistente e Idiomática

Este é um documento vivo e novas ideias para melhorar os códigos correspondentes são sempre bem vindas. Contribua: faça fork, clone, branch, commit, push, pull request.

Todo código em qualquer aplicação deve parecer como se tivesse sido escrito por uma única pessoa, independentemente de quantas pessoas tenham contribuído.

A lista a seguir descreve as práticas que eu uso em todo código onde sou o autor original; contribuições em projetos que eu criei devem seguir essas mesmas orientações.

Eu não tenho a intenção de impor minhas preferências por estilos nos códigos ou projetos de outras pessoas; se eles seguem um estilo em comum, isso deve ser respeitado.

"Argumentos além do estilo são inúteis. Deve haver um guia de estilo, e você deve segui-lo"

Rebecca Murphey

"Parte de ser um bom gestor de um projeto bem sucedido é perceber que escrever código para si mesmo é uma má ideia™. Se milhares de pessoas estão usando o seu código, escreva-o com máxima clareza, não sob a sua preferência pessoal de como ser esperto com a especificação."

Idan Gazit

Traduções

Conteúdo importante e não idiomático:

Qualidade de código: ferramentas, recursos e referências

Fique ligado

Annotated ECMAScript 5.1

EcmaScript Language Specification, 5.1 Edition

A lista a seguir deve ser considerada: 1) incompleta; e 2) LEITURA OBRIGATÓRIA. Eu não concordo sempre com os estilos escritos pelos autores abaixo, mas uma coisa é certa: eles são consistentes. Além disso, esses são autoridades na linguagem.

Processos de build e deploy

Projetos devem sempre tentar incluir algumas formas genéricas nas quais o código podem ser checados com ferramentas de lint, testados e compactados no preparo para uso em produção. Para essa tarefa, o grunt pelo Ben Alman é a melhor opção, além de ter substituído oficialmente o diretório "kits/" neste repositório.

Ambiente de teste

Projetos devem incluir alguma forma de teste unitário, de referência, de implementação ou funcional. Demonstrações de casos de uso NÃO SE QUALIFICAM como "testes". A lista a seguir contém frameworks de testes, nenhuma delas é considerada melhor que as demais.

Índice


Prefácio

As seções a seguir descrevem um guia de estilos razoável para desenvolvimento de JavaScript moderno e não pretendem ser obrigatórias. A conclusão mais importante é a lei da consistência de estilo de código. O que for escolhido como estilo para o seu projeto deverá ser considerado lei. Faça um link para este documento como uma regra do seu projeto sobre comprometimento de consistência, legibilidade e manutenção de estilo de código.

Manifesto de estilo idiomático

  1. Espaço em branco
  • Nunca misture espaços e tabs.
  • Quando começar um projeto, antes de escrever qualquer código, escolha entre indentação suave (espaços) ou tabulação real (tabs), considere isso como lei.
    • Pela legibilidade, eu sempre recomendo que configure o tamanho de indentação de seu editor para dois caracteres - isso significa dois espaços ou dois espaços representando um tab real.
  • Se o seu editor suportar, sempre trabalhe com a configuração de "mostrar caracteres invisíveis" ligada. Os benefícios desta prática são:
    • fortalecer a consistência;
    • eliminar espaço em branco ao final da linha;
    • eliminar espaços em uma linha em branco;
    • commits e diffs mais legíveis.
  1. Sintaxe bonita

A. Parênteses, chaves e quebras de linhas

// if/else/for/while/try sempre tem espaços, chaves e ocorrem em múltiplas linhas
// isso facilita a legibilidade

// 2.A.1.1
// Exemplos de código pouco claro/bagunçado

if(condicao) facaAlgo();

while(condicao) iteracao++;

for(var i=0;i<100;i++) algumaIteracao();


// 2.A.1.1
// Use espaço em branco para facilitar a leitura

if ( condicao ) {
  // instruções
}

while ( condicao ) {
  // instruções
}

for ( var i = 0; i < 100; i++ ) {
  // instruções
}

// Melhor ainda:

var i,
  length = 100;

for ( i = 0; i < length; i++ ) {
  // instruções
}

// Ou...

var i = 0,
  length = 100;

for ( ; i < length; i++ ) {
  // instruções
}

var prop;

for ( prop in object ) {
  // instruções
}


if ( true ) {
  // instruções
} else {
  // instruções
}

B. Atribuições, declarações, funções (nomenclatura, expressão, construtor)

// 2.B.1.1
// Variáveis
var foo = "bar",
  num = 1,
  undef;

// Notações literais:
var array = [],
  object = {};


// 2.B.1.2
// Utilizando apenas um `var` por escopo (função) promove legibilidade
// e mantém a sua lista de declaração livre de desordem (além de evitar algumas tecladas)

// Ruim
var foo = "";
var bar = "";
var qux;

// Bom
var foo = "",
  bar = "",
  quux;

// ou..
var // comentário aqui
foo = "",
bar = "",
quux;


// 2.B.1.3
// declarações de variáveis devem sempre estar no início de seu respectivo escopo (função)
// O mesmo deve acontecer para declarações de `const` e `let` do ECMAScript 6.

// Ruim
function foo() {

  // algumas instruções aqui

  var bar = "",
    qux;
}

// Bom
function foo() {
  var bar = "",
    qux;

  // algumas instruções depois das declarações de variáveis
}
// 2.B.2.1
// Declaração de função nomeada
function foo( arg1, argN ) {

}

// Utilização
foo( arg1, argN );


// 2.B.2.2
// Declaração de função nomeada
function square( number ) {
  return number * number;
}

// Utilização
square( 10 );

// Estilo de passagem artificialmente contínua
function square( number, callback ) {
  callback( number * number );
}

square( 10, function( square ) {
  // instruções de callback
});


// 2.B.2.3
// Expressão de função
var square = function( number ) {
  // Retorna algo de valor e relevante
  return number * number;
};

// Expressão de função com identificador
// Esse formato preferencial tem o valor adicional de permitir
// chamar a si mesmo e ter uma identidade na pilha de comandos:
var factorial = function factorial( number ) {
  if ( number < 2 ) {
    return 1;
  }

  return number * factorial( number-1 );
};


// 2.B.2.4
// Declaração de construtor
function FooBar( options ) {

  this.options = options;
}

// Utilização
var fooBar = new FooBar({ a: "alpha" });

fooBar.options;
// { a: "alpha" }

C. Exceções, pequenos desvios

// 2.C.1.1
// Funções com callbacks
foo(function() {
  // Veja que não há espaço extra entre os parênteses
  // da chamada de função e a palavra "function"
});

// Função recebendo uma array, sem espaço
foo([ "alpha", "beta" ]);

// 2.C.1.2
// Função recebendo um objeto, sem espaço
foo({
  a: "alpha",
  b: "beta"
});

// String literal como argumento único, sem espaço
foo("bar");

// Parênteses internos de agrupamento, sem espaço
if ( !("foo" in obj) ) {

}

D. Consistência sempre ganha

Nas seções 2.A-2.C, as regras de espaço em branco são recomendadas sob um propósito simples e maior: consistência. É importante notar que preferências de formatação, tais como "espaço em branco interno" deve ser considerado opcional, mas apenas um estilo deve existir por toda a fonte de seu projeto.

// 2.D.1.1

if (condition) {
  // instruções
}

while (condition) {
  // instruções
}

for (var i = 0; i < 100; i++) {
  // instruções
}

if (true) {
  // instruções
} else {
  // instruções
}

E. Aspas

Se você preferir usar simples ou dupla não importa, não há diferença em como o JavaScript analisa elas. O que ABSOLUTAMENTE PRECISA ser aplicado é consistência. Nunca misture diferentes tipos de aspas em um mesmo projeto. Escolha um estilo e fique com ele.

F. Finais de linha e linhas vazias

Espaços em branco podem arruinar diffs e fazer com que changesets sejam impossíveis de se ler. Considere incorporar um gancho de pre-commit que remova espaços em branco ao final das linhas e espaços em branco em linhas vazias automaticamente.

  1. Checagem de escrita (cortesia das Recomendações de Estilo do Núcleo do jQuery)

    A. Tipos existentes

    String:

      typeof variavel === "string"

    Number:

      typeof variavel === "number"

    Boolean:

      typeof variavel === "boolean"

    Object:

      typeof variavel === "object"

    Array:

      Array.isArray( variavel )
      // (quando possível)

    null:

      variavel === null

    null ou undefined:

      variavel == null

    undefined:

    Variáveis Globais:

        typeof variavel === "undefined"

    Variáveis Locais:

        variavel === undefined

    Propriedades:

        object.prop === undefined
        object.hasOwnProperty( prop )
        "prop" in object

    B. Tipos coagidos

    Considere as implicações do seguinte...

    Dado este HTML:

    <input type="text" id="foo-input" value="1">
    
    // 3.B.1.1
    
    // `foo` foi declarado com o valor `0` e seu tipo é `number`
    var foo = 0;
    
    // typeof foo;
    // "number"
    ...
    
    // Algum momento depois no seu código, você precisa atualizar `foo`
    // com um novo valor derivado de um elemento `input`
    
    foo = document.getElementById("foo-input").value;
    
    // Se você testasse `typeof foo` agora, o resultado seria uma `string`
    // Isso significa que se tivesse uma lógica que testasse `foo` como:
    
    if ( foo === 1 ) {
    
      importantTask();
    
    }
    
    // `importantTask()` nunca seria chamado, mesmo que `foo` tivesse um valor "1"
    
    
    // 3.B.1.2
    
    // Você pode prevenir problemas utilizando uma coerção automática com os operadores + ou -:
    
    foo = +document.getElementById("foo-input").value;
    //    ^ o operador + irá converter o operando do lado direito para um número
    
    // typeof foo;
    // "number"
    
    if ( foo === 1 ) {
    
      importantTask();
    
    }
    
    // `importantTask()` será chamado

    Aqui temos alguns casos comuns com coerções:

    // 3.B.2.1
    
    var number = 1,
      string = "1",
      bool = false;
    
    number;
    // 1
    
    number + "";
    // "1"
    
    string;
    // "1"
    
    +string;
    // 1
    
    +string++;
    // 1
    
    string;
    // 2
    
    bool;
    // false
    
    +bool;
    // 0
    
    bool + "";
    // "false"
    // 3.B.2.2
    
    var number = 1,
      string = "1",
      bool = true;
    
    string === number;
    // false
    
    string === number + "";
    // true
    
    +string === number;
    // true
    
    bool === number;
    // false
    
    +bool === number;
    // true
    
    bool === string;
    // false
    
    bool === !!string;
    // true
    // 3.B.2.3
    
    var array = [ "a", "b", "c" ];
    
    !!~array.indexOf( "a" );
    // true
    
    !!~array.indexOf( "b" );
    // true
    
    !!~array.indexOf( "c" );
    // true
    
    !!~array.indexOf( "d" );
    // false
    
    // Note que o que está acima deve ser considerado
    // "desnecessariamente inteligente".
    // Prefira a aproximação óbvia de comparar o valor retornado do
    // indexOf, como por exemplo:
    
    if ( array.indexOf( "a" ) >= 0 ) {
      // ...
    }
    // 3.B.2.3
    
    var num = 2.5;
    
    parseInt( num, 10 );
    
    // é o mesmo que...
    
    ~~num;
    
    num >> 0;
    num >>> 0;
    
    // Todos resultam em 2
    
    
    // De qualquer forma, lembre-se que números negativos são tratados
    // de forma diferente...
    
    var neg = -2.5;
    
    parseInt( neg, 10 );
    
    // é o mesmo que...
    
    ~~neg;
    
    neg >> 0;
    
    // Resulta em -2
    // Porém...
    
    neg >>> 0;
    
    // Vai resultar em 4294967294
    
    
    
    
  2. Avaliação condicional

// 4.1.1
// Quando estiver apenas avaliando se um array tem tamanho,
// ao invés disso:
if ( array.length > 0 ) ...

// ...avalie a verdade lógica, como isso:
if ( array.length ) ...


// 4.1.2
// Quando estiver apenas avaliando se um array está vazio,
// ao invés disso:
if ( array.length === 0 ) ...

// ...avalie a verdade lógica, como isso:
if ( !array.length ) ...


// 4.1.3
// Quando estiver apenas avaliando se uma string não está vazia,
// ao invés disso:
if ( string !== "" ) ...

// ...avalie a verdade lógica, como isso:
if ( string ) ...


// 4.1.4
// Quando estiver apenas avaliando se uma string está vazia,
// ao invés disso:
if ( string === "" ) ...

// ...avalie se ela é logicamente falsa, como isso:
if ( !string ) ...


// 4.1.5
// Quando estiver avaliando se uma referência é verdadeira,
// ao invés disso:
if ( foo === true ) ...

// ...avalie como se quisesse isso, use a vantagem de suas capacidades primitivas:
if ( foo ) ...


// 4.1.6
// Quando estiver avaliando se uma referência é falsa,
// ao invés disso:
if ( foo === false ) ...

// ...use a negação para coagir para uma avaliação verdadeira
if ( !foo ) ...

// ...Seja cuidadoso, isso também irá funcionar com: 0, "", null, undefined, NaN
// Se você _PRECISA_ testar um valor falso de tipo booleano, então use
if ( foo === false ) ...


// 4.1.7
// Quando apenas estiver avaliando uma referência que pode ser `null` ou `undefined`, mas NÃO `false`, "" ou 0,
// ao invés disso:
if ( foo === null || foo === undefined ) ...

// ...aproveite a vantagem da coerção de tipo com ==, como isso:
if ( foo == null ) ...

// Lembre-se, utilizando == irá funcionar em um `null` TANTO para `null` quanto para `undefined`
// mas não para `false`, "" ou 0
null == undefined

SEMPRE avalie para o melhor e mais preciso resultado - o que está acima é uma recomendação, não um dogma.

// 4.2.1
// Coerção de tipo e notas sobre avaliações

Prefira `===` ao invés de  `==` (ao menos em casos que necessitem avaliação de tipos flexíveis)

=== não faz coerção de tipo, o que significa que:

"1" === 1;
// false

== faz coerção de tipo, o que significa que:

"1" == 1;
// true


// 4.2.2
// Booleanos, verdades e negações

// Booleanos:
true, false

// Verdades:
"foo", 1

// Negações:
"", 0, null, undefined, NaN, void 0
  1. Estilo Prático
// 5.1.1
// Um módulo prático

(function( global ) {
  var Module = (function() {

    var data = "segredo";

    return {
      // Essa é uma propriedade booleana
      bool: true,
      // Algum valor de string
      string: "uma string",
      // Uma propriedade em array
      array: [ 1, 2, 3, 4 ],
      // Uma propriedade em objeto
      object: {
        lang: "pt-BR"
      },
      getData: function() {
        // pega o valor atual de `data`
        return data;
      },
      setData: function( value ) {
        // atribui o valor a data que é retornado
        return ( data = value );
      }
    };
  })();

  // Outras coisas que também podem acontecer aqui

  // Expor seu módulo ao objeto global
  global.Module = Module;

})( this );
// 5.2.1
// Um construtor prático

(function( global ) {

  function Ctor( foo ) {

    this.foo = foo;

    return this;
  }

  Ctor.prototype.getFoo = function() {
    return this.foo;
  };

  Ctor.prototype.setFoo = function( val ) {
    return ( this.foo = val );
  };


  // Para chamar um construtor sem o `new`, você pode fazer assim:
  var ctor = function( foo ) {
    return new Ctor( foo );
  };


  // exponha nosso construtor ao objeto global
  global.ctor = ctor;

})( this );
  1. Nomenclatura

A. Se você não é um compilador humano ou compactador de código, não tente ser um.

O código a seguir é um exemplo de nomenclatura ruim:

// 6.A.1.1
// Exemplo de código com nomenclaturas fracas

function q(s) {
  return document.querySelectorAll(s);
}
var i,a=[],els=q("#foo");
for(i=0;i<els.length;i++){a.push(els[i]);}

Sem dúvida, você já deve ter escrito código assim - provavelmente isso acaba hoje.

Aqui temos o mesmo trecho lógico, porém com uma nomenclatura simpática e mais inteligente (e uma estrutura legível):

// 6.A.2.1
// Exemplo de código com nomenclatura melhorada

function query( selector ) {
  return document.querySelectorAll( selector );
}

var idx = 0,
  elements = [],
  matches = query("#foo"),
  length = matches.length;

for( ; idx < length; idx++ ){
  elements.push( matches[ idx ] );
}

Algumas indicações adicionais de nomenclaturas

// 6.A.3.1
// Nomes de strings

`dog` é uma string

// 6.A.3.2
// Nomes de arrays

`dogs` é uma array de strings `dog`


// 6.A.3.3
// Nomes de funções, objetos, instancias, etc

// funções e declarações de variáveis
camelCase;


// 6.A.3.4
// Nomes de construtores, protótipos, etc

// função construtora
PascalCase;


// 6.A.3.5
// Nomes de expressões regulares

rDesc = //;


// 6.A.3.6
// Do Guia de Estilos da Biblioteca do Google Closure

funcoesNomeadasAssim;
variaveisNomeadasAssim;
ConstrutoresNomeadosAssim;
EnumNomeadosAssim;
metodosNomeadosAssim;
CONSTANTES_SIMBOLICAS_ASSIM;

// nota da tradução: não havia tradução no Google Closure, o original é o seguinte:

functionNamesLikeThis;
variableNamesLikeThis;
ConstructorNamesLikeThis;
EnumNamesLikeThis;
methodNamesLikeThis;
SYMBOLIC_CONSTANTS_LIKE_THIS;
B. Faces do `this`

Além dos mais conhecidos casos de uso do `call` e `apply`, sempre prefira `.bind( this )` ou um equivalente funcional, para criar definições `BoundFunction` que possam ser invocadas posteriormente. Somente recorra ao aliasing quando não houver disponível uma outra opção preferencial.

```javascript

// 6.B.1
function Device( opts ) {

  this.value = null;

  // abre um stream assíncrono,
  // isso será chamado continuamente
  stream.read( opts.path, function( data ) {

    // Atualiza o valor atual dessa instancia
    // com o valor mais recente do
    // data stream
    this.value = data;

  }.bind(this) );

  // Suprime a frequencia de eventos emitidos por
  // essa instancia de Device
  setInterval(function() {

    // Emite um evento suprimido
    this.emit("event");

  }.bind(this), opts.freq || 100 );
}

// Apenas suponha que nós temos herdado um EventEmitter ;)

```

Quando não disponível, equivalentes funcionais ao `.bind` existem em muitas bibliotecas JavaScript modernas.


```javascript
// 6.B.2

// ex.: lodash/underscore, _.bind()
function Device( opts ) {

  this.value = null;

  stream.read( opts.path, _.bind(function( data ) {

    this.value = data;

  }, this) );

  setInterval(_.bind(function() {

    this.emit("event");

  }, this), opts.freq || 100 );
}

// ex.: jQuery.proxy
function Device( opts ) {

  this.value = null;

  stream.read( opts.path, jQuery.proxy(function( data ) {

    this.value = data;

  }, this) );

  setInterval( jQuery.proxy(function() {

    this.emit("event");

  }, this), opts.freq || 100 );
}

// ex.: dojo.hitch
function Device( opts ) {

  this.value = null;

  stream.read( opts.path, dojo.hitch( this, function( data ) {

    this.value = data;

  }) );

  setInterval( dojo.hitch( this, function() {

    this.emit("event");

  }), opts.freq || 100 );
}

```

Como último recurso, crie uma referência ao `this` utilizando `self` como identificador. Isso é bastante propenso a bugs e deve ser evitado sempre que possível.

```javascript

// 6.B.3

function Device( opts ) {
  var self = this;

  this.value = null;

  stream.read( opts.path, function( data ) {

    self.value = data;

  });

  setInterval(function() {

    self.emit("event");

  }, opts.freq || 100 );
}

```


C. Utilize `thisArg`

Vários metodos de prototipagem internos do ES 5.1 vem com a assinatura especial de 'thisArg', que deve ser utilizada quando for possível.

```javascript

// 6.C.1

var obj;

obj = { f: "foo", b: "bar", q: "qux" };

Object.keys( obj ).forEach(function( key ) {

  // |this| agora se refere a `obj`

  console.log( this[ key ] );

}, obj ); // <-- o último argumento é `thisArg`

// Prints...

// "foo"
// "bar"
// "qux"

```

`thisArg` pode ser utilizado com `Array.prototype.every`, `Array.prototype.forEach`, `Array.prototype.some`, `Array.prototype.map`, `Array.prototype.filter`
  1. Miscelânea

Esta seção deve servir para ilustrar idéias e conceitos sobre como não se considerar isso como um dogma, mas ao invés disso deve encorajar o questionamento de práticas na tentativa de encontrar formas melhores para executar tarefas comuns na programação em JavaScript.

A. Evite utilizar switch, métodos modernos de verificação deverão adicionar funções com switch em suas listas negras

Parecem haver melhorias drásticas à execução do comando switch nas últimas versões do Firefox e do Chrome: http://jsperf.com/switch-vs-object-literal-vs-module

Melhorias notáveis podem ser observadas aqui também: https://github.com/rwldrn/idiomatic.js/issues/13

// 7.A.1.1
// Um exemplo de uma instrução switch

switch( foo ) {
  case "alpha":
    alpha();
    break;
  case "beta":
    beta();
    break;
  default:
    // algo para executar por padrão
    break;
}

// 7.A.1.2
// Uma maneira alternativa de dar suporte para facilidade de composição e
// reutiilização é utilizar um objeto que guarde "cases" e uma função
// para delegar:

var cases, delegator;

// Retornos de exemplo apenas para ilustração.
cases = {
  alpha: function() {
    // instruções
    // um retorno
    return [ "Alpha", arguments.length ];
  },
  beta: function() {
    // instruções
    // um retorno
    return [ "Beta", arguments.length ];
  },
  _default: function() {
    // instruções
    // um retorno
    return [ "Default", arguments.length ];
  }
};

delegator = function() {
  var args, key, delegate;

  // Transforma a lista de argumentos em uma array
  args = [].slice.call( arguments );

  // Retira a chave inicial dos argumentos
  key = args.shift();

  // Atribui o manipulador de caso padrão
  delegate = cases._default;

  // Deriva o método para delegar a operação para
  if ( cases.hasOwnProperty( key ) ) {
    delegate = cases[ key ];
  }

  // O argumento de escopo pode ser definido para algo específico
  // nesse caso, |null| será suficiente
  return delegate.apply( null, args );
};

// 7.A.1.3
// Coloque a API do 7.A.1.2 para funcionar:

delegator( "alpha", 1, 2, 3, 4, 5 );
// [ "Alpha", 5 ]

// Claro que a argumento de chave inicial pode ser facilmente baseada
// em alguma outra condição arbitrária.

var caseKey, someUserInput;

// Possivelmente alguma maneira de entrada de formulário?
someUserInput = 9;

if ( someUserInput > 10 ) {
  caseKey = "alpha";
} else {
  caseKey = "beta";
}

// ou...

caseKey = someUserInput > 10 ? "alpha" : "beta";

// E assim...

delegator( caseKey, someUserInput );
// [ "Beta", 1 ]

// E claro...

delegator();
// [ "Default", 0 ]

B. Retornos antecipados promovem legibilidade de código com mínima diferença de performance

// 7.B.1.1
// Ruim:
function returnLate( foo ) {
  var ret;

  if ( foo ) {
    ret = "foo";
  } else {
    ret = "quux";
  }
  return ret;
}

// Bom:

function returnEarly( foo ) {

  if ( foo ) {
    return "foo";
  }
  return "quux";
}
  1. Objetos nativos e hospedados

O princípio básico aqui é:

Não faça coisas estúpidas e tudo vai ficar bem.

Para reforçar esse conceito, por favor, assista essa apresentação:

“Everything is Permitted: Extending Built-ins” por Andrew Dupont (JSConf2011, Portland, Oregon)

http://www.everytalk.tv/talks/441-JSConf-Everything-is-Permitted-Extending-Built-ins

  1. Comentários
  • Uma linha única acima do código que é comentado
  • Multiplas linhas é bom
  • Comentários ao final da linha são proibidos!
  • O estilo do JSDoc é bom, porém requer um investimento de tempo significante
  1. Código em apenas um idioma

Programas devem ser escritos em um único idioma, não importe o idioma que seja, a ser definido por quem o mantém.

Apêndice

Vírgula inicial.

Qualquer projeto que cite este documento como seu guia base de estilo não aceitará formatação de código com vírgula inicial, a não ser que isso seja explicitamente especificado de outra forma pelo autor do projeto.