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Escrito na Fundação (F1) a partir da entrevista com o dono. Só muda com decisão do dono registrada em ADR.
Uma câmera para Android cujo "visor" é uma imagem guardada no celular: o usuário enquadra a imagem (zoom, posição) e aperta o obturador quando quiser, e o app também lê QR code e código de barras da imagem.
Às vezes a imagem que a pessoa precisa entregar já está no celular (um print, um documento escaneado, um QR code recebido por mensagem), mas o app que pede a foto só oferece a câmera. Hoje a saída é fotografar a tela de outro aparelho ou procurar um leitor que aceite imagem da galeria. O ScreenFakeCam resolve isso para qualquer pessoa com Android.
| Perfil | Quantas pessoas | Com que frequência |
|---|---|---|
| Usuário do app (sem cadastro) | Público geral, sem estimativa | Ocasional, quando precisa entregar uma imagem guardada |
Celular Android 8.0 (API 26) ou mais novo. Sem versão para iPhone.
Dois modos:
- Câmera sozinha: o usuário escolhe uma imagem; ela fica aberta como visor, sem disparo automático; o usuário ajusta zoom e enquadramento e aperta o obturador; a "foto" é salva como imagem nova na galeria.
- Leitor de QR code e código de barras: lê o código da imagem escolhida e oferece copiar o texto, abrir o link ou compartilhar.
Sem login e sem perfis. Não há conta nem servidor.
Sim, totalmente. O app não pede a permissão de internet: nada sai do celular. Abrir um link lido de um QR code é feito pelo navegador do usuário, não pelo app.
| Dado | Tipo (dinheiro, saúde, dado pessoal, outro) | Por que o sistema precisa dele |
|---|---|---|
| Imagem escolhida pelo usuário | Outro (pode conter qualquer coisa, inclusive dado pessoal, mas o app não a guarda) | É o conteúdo do visor e da foto |
Nível ASVS: L1. O dono classificou o app como sem dado sensível, com estas condições, que viram requisitos:
- o app só lê a imagem que o usuário escolhe no seletor do Android (sem permissão ampla de armazenamento);
- não guarda cópia das imagens nem histórico: o que sai do app é só a foto salva na galeria a pedido do usuário;
- sem permissão de internet, sem analytics, sem anúncios, sem rastreamento.
Se alguma condição deixar de valer, o nível precisa ser revisto (L2 com dado pessoal).
Só o próprio Android: seletor de fotos, a galeria (MediaStore) e o compartilhamento. Nenhum serviço externo.
R$ 0. Distribuição pelo GitHub Releases (APK assinado), sem servidor. F-Droid pode vir depois; Play Store fora por enquanto.
Nunca fez app Android. A stack precisa ser simples de manter e bem documentada; o dono conhece web/TypeScript.
Sem pressa: é o piloto do Big Bang, o ritmo segue a esteira e as correções do framework.
- Câmera virtual que se passa pela câmera do aparelho dentro de outros apps (por root, Xposed/LSPosed ou similar). Esse tipo de ferramenta serve sobretudo para enganar verificações de presença (selfie de identidade, ponto, prova de entrega) e não será feito. Apps que abrem a própria câmera ao vivo, como a maioria dos leitores de QR, não verão o ScreenFakeCam; para QR, use o leitor do próprio app.
- Responder quando outro app pede uma foto (
ACTION_IMAGE_CAPTURE): a partir do Android 11 só as câmeras pré-instaladas recebem esse pedido (ADR-0002). - Disparo automático da foto: a foto só é tirada quando o usuário aperta o obturador.
- Edição de imagem além de zoom e enquadramento; vídeo.
- iPhone, conta, sincronização, servidor.
| Data | O que mudou | ADR |
|---|---|---|
| 2026-10-04 | Versão inicial (Fundação F1) | — |
| 2026-10-04 | Retirado o modo "câmera para outros apps" (limite do Android 11) | ADR-0002 |
Início · Índice funcional · Matriz · Aplicativo 0.3.2 / Big Bang 2.0.1 · código 84dad435d16e169d16721bec724ca3ac1c6c3069
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- Produto e planejamento
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- Design e acessibilidade
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- Arquitetura
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- Segurança e privacidade
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Aplicativo 0.3.2 · Big Bang 2.0.1 · código 84dad435d16e169d16721bec724ca3ac1c6c3069.