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Produto

Bruno dos Santos Vaz edited this page Oct 9, 2026 · 1 revision

ScreenFakeCam — Produto

Escrito na Fundação (F1) a partir da entrevista com o dono. Só muda com decisão do dono registrada em ADR.

O que é

Uma câmera para Android cujo "visor" é uma imagem guardada no celular: o usuário enquadra a imagem (zoom, posição) e aperta o obturador quando quiser, e o app também lê QR code e código de barras da imagem.

Problema e para quem

Às vezes a imagem que a pessoa precisa entregar já está no celular (um print, um documento escaneado, um QR code recebido por mensagem), mas o app que pede a foto só oferece a câmera. Hoje a saída é fotografar a tela de outro aparelho ou procurar um leitor que aceite imagem da galeria. O ScreenFakeCam resolve isso para qualquer pessoa com Android.

Quem usa e quantos

Perfil Quantas pessoas Com que frequência
Usuário do app (sem cadastro) Público geral, sem estimativa Ocasional, quando precisa entregar uma imagem guardada

Onde roda

Celular Android 8.0 (API 26) ou mais novo. Sem versão para iPhone.

Dois modos:

  1. Câmera sozinha: o usuário escolhe uma imagem; ela fica aberta como visor, sem disparo automático; o usuário ajusta zoom e enquadramento e aperta o obturador; a "foto" é salva como imagem nova na galeria.
  2. Leitor de QR code e código de barras: lê o código da imagem escolhida e oferece copiar o texto, abrir o link ou compartilhar.

Login e perfis de acesso

Sem login e sem perfis. Não há conta nem servidor.

Funciona sem internet?

Sim, totalmente. O app não pede a permissão de internet: nada sai do celular. Abrir um link lido de um QR code é feito pelo navegador do usuário, não pelo app.

Dados sensíveis e nível ASVS

Dado Tipo (dinheiro, saúde, dado pessoal, outro) Por que o sistema precisa dele
Imagem escolhida pelo usuário Outro (pode conter qualquer coisa, inclusive dado pessoal, mas o app não a guarda) É o conteúdo do visor e da foto

Nível ASVS: L1. O dono classificou o app como sem dado sensível, com estas condições, que viram requisitos:

  • o app só lê a imagem que o usuário escolhe no seletor do Android (sem permissão ampla de armazenamento);
  • não guarda cópia das imagens nem histórico: o que sai do app é só a foto salva na galeria a pedido do usuário;
  • sem permissão de internet, sem analytics, sem anúncios, sem rastreamento.

Se alguma condição deixar de valer, o nível precisa ser revisto (L2 com dado pessoal).

Integrações obrigatórias

Só o próprio Android: seletor de fotos, a galeria (MediaStore) e o compartilhamento. Nenhum serviço externo.

Orçamento mensal de hospedagem

R$ 0. Distribuição pelo GitHub Releases (APK assinado), sem servidor. F-Droid pode vir depois; Play Store fora por enquanto.

O que o dono já domina

Nunca fez app Android. A stack precisa ser simples de manter e bem documentada; o dono conhece web/TypeScript.

Prazo do primeiro uso real

Sem pressa: é o piloto do Big Bang, o ritmo segue a esteira e as correções do framework.

Fora do escopo

  • Câmera virtual que se passa pela câmera do aparelho dentro de outros apps (por root, Xposed/LSPosed ou similar). Esse tipo de ferramenta serve sobretudo para enganar verificações de presença (selfie de identidade, ponto, prova de entrega) e não será feito. Apps que abrem a própria câmera ao vivo, como a maioria dos leitores de QR, não verão o ScreenFakeCam; para QR, use o leitor do próprio app.
  • Responder quando outro app pede uma foto (ACTION_IMAGE_CAPTURE): a partir do Android 11 só as câmeras pré-instaladas recebem esse pedido (ADR-0002).
  • Disparo automático da foto: a foto só é tirada quando o usuário aperta o obturador.
  • Edição de imagem além de zoom e enquadramento; vídeo.
  • iPhone, conta, sincronização, servidor.

Histórico de mudanças

Data O que mudou ADR
2026-10-04 Versão inicial (Fundação F1) —
2026-10-04 Retirado o modo "câmera para outros apps" (limite do Android 11) ADR-0002

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