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v0.4.2

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@DavidLeati DavidLeati released this 06 Oct 03:56
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A 0.4.2 tira o viés de desenvolvimento do graphow. O grafo já servia a pesquisa, relatório, análise ou operação, mas duas regras e o texto dos agentes supunham código: a Evidence que sustenta uma decisão precisava ser linha de arquivo, e a tarefa que é um gesto no mundo, como enviar um e-mail, não tinha onde caber. O que é próprio de código continua valendo, agora como o caso em que a entrega é código.

Evidence com fonte genérica

  • A Evidence localizada ganha uma segunda forma de ponteiro: fonte (URL, documento, conversa com data e participantes), local opcional e livre (página, seção, minuto) e o trecho literal. A forma de arquivo (arquivo, linhas, trecho) segue como era.
  • Com isso, o planejador justifica uma Decision com o que a diretoria disse numa reunião ou com o parágrafo de um relatório publicado, sem gravar uma ata só para citá-la.
  • local passa a declarar ponteiro, como linhas e trecho já declaravam: quem o cita traz o ponteiro inteiro. arquivo ou fonte sozinhos seguem livres.
  • A ontologia vai a 1.4.0.

Tarefa de ação externa

  • A Task ganha a propriedade entrega: artefato (o padrão: arquivo, documento, dado) ou acao_externa (enviar um e-mail, marcar uma reunião, publicar). criar_tarefa a grava e recusa outro valor, e proximas_tarefas a devolve.
  • Novo gesto de governança, acao_externa, com os valores humano ou executor: quem assume e entrega a Task de ação externa. Nesta versão os dois presets fixos o deixam com o humano, e só a política personalizada o entrega ao executor (a 0.4.3 muda a arbitragem máxima). Na composição entre projetos, o humano vence o executor.
  • O RoleGate recusa o executor que assume ou entrega essa Task sob o gesto do humano, inclusive por propor_patch, e o que troca a entrega para fugir da reserva. A posse para fechar a Task já aprovada segue livre.
  • A prova da ação é uma Evidence com fonte e resultado, ligada a um Artifact sem arquivos. A revisão e o fechamento seguem o ciclo de sempre.
  • A vista diz quando o gesto está com o executor, e a aba Configurações o oferece.

Agentes e skills

  • Os sete subagentes e as duas skills falam de entrega, fonte e verificação. Testes, git diff, base-colisoes, commit e push ficam como o caso em que a entrega é código ou o trabalho mora num repositório git.
  • O condutor devolve à raiz a Task de ação externa que é do humano, na linha nova Acao externa:. A raiz mostra a tarefa à pessoa, espera e registra a prova em nome dela quando ela diz que fez.
  • O executor que tem o gesto faz a ação com as ferramentas que tiver e devolve os resultados novos falta_ferramenta, quando não tem a ferramenta, ou acao_externa_do_humano, quando o kernel recusa a posse.
  • O revisor julga o que prova o critério: os testes no código, a leitura e a conferência de números e fontes no texto, a prova na ação externa. O revisor Sonnet dispensa o git diff quando a entrega não é código.
  • O explorador localiza também em documentos, planilhas e atas. O cookbook ganha as receitas da Evidence de fonte e da prova de ação externa.
  • Os frontmatters do graphow-executor-opus e da skill graphow-mcp, que não eram YAML válido, foram corrigidos.

Ontologia, README e interface

  • A ontologia e o README descrevem o graphow como coordenação de qualquer trabalho, e as descrições das ferramentas MCP deixam de supor código: exemplos, motivo do modelo, trilha leve e arquivos relativos à raiz do trabalho.
  • Na interface, a sessão do hook passa a ser de um ambiente por pasta de trabalho, e ramo base e caminhos de colisão aparecem como o caso do repositório git.