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Scripta 1.9.15 para Windows
Ctrl+Shift+K agora acha a nota com o Scripta fechado
A busca rápida saiu de dentro do app. Ligando Busca rápida com a janela
fechada, em Ajustes > Geral, o Ctrl+Shift+K passa a abrir a barra por
cima de qualquer programa, esteja o Scripta na tela ou não.
Para uma tecla valer com a janela fechada, alguém precisa estar ali
ouvindo: com a opção ligada o Scripta ganha um ícone na bandeja, ao
lado do relógio, e fechar a janela passa a esconder em vez de sair.
Sair de verdade é pelo menu do ícone. Por isso a opção vem desligada:
ninguém ganha um app de notas ligado o tempo todo sem ter pedido.
Se outro programa já usa o Ctrl+Shift+K, o Windows recusa, o app avisa e o
interruptor volta sozinho — em vez de prometer uma tecla que não responde.
E com o app trancado, o atalho não abre nada: a busca mostra título e
trecho das notas, e ela não pode ser a porta dos fundos do cadeado.
Varredura: o que estava quebrado por baixo
Uma leitura de ponta a ponta do app, camada por camada, atrás de bugs e
pontas soltas. O que ela achou e consertou:
- O freio contra esvaziamento tinha um furo. A sincronização barra um
aparelho que mande apagar muita nota de uma vez, mas somava só o que já
tinha barrado: três aparelhos apagando quatro notas cada um passavam
um por um por baixo do limite e esvaziavam o quarto. Agora a rodada
inteira é contada. - A limpeza do backup automático podia apagar as cópias de OUTRO
aparelho quando o nome de um era o começo do nome do outro (pce
pc-casa). Ela passou a reconhecer o nome inteiro. - No celular, o nome do aparelho era sorteado de novo a cada
sincronização quando ninguém tinha escolhido um: cada rodada punha
um arquivo novo na pasta, e a limpeza do backup nunca reconhecia as
cópias anteriores. O nome nasce uma vez e fica guardado. - Quando o arquivo das notas não abre, o app agora avisa. Ele já se
protegia (não grava por cima do que não conseguiu ler), mas em
silêncio: a tela inicial abria vazia, como se as notas tivessem sumido.
E a cópia de segurança passou a ser do arquivo certo quando a
criptografia está ligada. - Apagar tudo apaga tudo, inclusive o que a leitura não tinha
entendido e guardava de lado. - Trocar a pasta de sincronização esquece o que foi lido da antiga.
- A bandeja sobrevive ao Explorer reiniciar (o ícone volta sozinho),
sai com segurança quando o app pede, e o ícone é desenhado no tamanho
certo em vez de encolhido. - Uma foto arrastada para a nota deixou de herdar a data do arquivo
original, que a fazia parecer velha para a limpeza de arquivos soltos. - Na versão da Microsoft Store, o botão "Procurar atualizações" sai da
tela: quem atualiza é a loja. E as notificações dos lembretes passam
a usar a identidade do pacote, que é como o Windows as entrega a um app
instalado pela loja. - Abrir com o Windows + busca com a janela fechada: o app nasce
escondido na bandeja no login, como o PowerToys. Desligando a busca, ou
se a bandeja não conseguir ligar, a janela aparece como sempre. - Anexo é copiado por um temporário e renomeado no fim; um arquivo de
outro aparelho que não abre com a sua senha deixa de ser relido a cada
cinco minutos; colar um arquivo num caminho muito longo passou a
funcionar; e o que fica atrás da tela de senha sai do alcance do leitor
de tela.
Papiro, papel com café e jornal
Três papéis antigos novos, com textura de verdade: o papiro com as
fibras trançadas, o papel com café com a marca da caneca e as manchas
do tempo, e o jornal com o tipo do outro lado da folha aparecendo em
transparência. Cada um traz a própria tinta e a própria cor de realce,
para o texto, o destaque e a caixa de código continuarem legíveis em cima
deles.
Deslizar de cima para baixo abre a busca (celular)
Na tela inicial, na lista de notas e nos Ajustes: puxe a lista para baixo,
já no começo dela, e a busca abre. Não é mais preciso levar o dedo até o
alto da tela. Rolar de volta ao topo não abre nada: só o puxão de quem já
está no começo conta.
O realce do mouse não nasce mais colado no texto
Dentro de uma seção dos Ajustes, o sombreado que aparece ao passar o mouse
começava exatamente onde o texto começa. Agora o recuo é de cada linha, por
dentro: o realce vai até a borda do cartão e sobra folga dos dois lados. O
mesmo valia para a linha dos atalhos na Ajuda e para a lista de notas da
folha de etiquetas.
A imagem arrastada ia para todas as abas abertas
Arrastar um arquivo para dentro de uma nota punha ele em todas as notas
abertas em abas, e não só na que estava na frente. Cada aba guarda o seu
editor vivo, e todos eles achavam que o arquivo tinha caído em cima de si.
Agora quem recebe é só a aba que você está vendo — e uma tela aberta por
cima da nota (os Ajustes, por exemplo) também não recebe mais nada.
O destaque e o código somem menos no papel
O destaque mudava de cor ao trocar entre editar e ler: na edição ele
usava a cor de realce do app, na leitura a do papel da nota. Agora é a do
papel nos dois, como o recolhível e o divisor, que tinham o mesmo problema.
O fundo da caixa de código (e do cartão de link) era igual nos dois
modos, mas fraco demais em qualquer um: sobre papel texturizado a caixa
praticamente desaparecia. Ficou mais firme, em todos os papéis, claros e
escuros.
Colar markdown cru não quebra mais
Pedir a um assistente que escreva em Markdown devolve o texto dentro de
um bloco de código, e copiar dali leva só texto, sem formatação nenhuma
embutida. Aí a tabela, a cerca de código e a linha divisória entravam como
linhas soltas no meio do parágrafo, e só viravam blocos de verdade na
próxima vez que a nota fosse aberta. Agora viram na hora, igual ao colar
de uma página da web.