Desenvolvedor desde os tempos de ensino técnico em informática e Arquiteto de Soluções no dia a dia. Minha história com tecnologia começou na curiosidade de entender como as coisas funcionam por baixo do capô, e essa mesma motivação é o que me move até hoje.
Passei por todas as etapas da engenharia de software — do código do dia a dia ao desenho de arquiteturas complexas e governança em nuvem. O que mais gosto na área é resolver problemas difíceis de forma simples: transformar gargalos em soluções elegantes e ver sistemas rodando com alta performance e estabilidade.
Como penso sobre arquitetura: complexidade não deveria aparecer na superfície. O trabalho de um bom sistema é fazer algo difícil parecer simples pra quem usa — e invisível pra quem paga a conta de cloud.
Arquiteto em evolução contínua — cada sistema entregue é uma oportunidade de aprender o que realmente funciona em escala real. Além das entregas técnicas do dia a dia, estou investindo em:
- Pensamento estratégico — conectar decisões de arquitetura ao impacto de negócio. Todo trade-off técnico carrega um custo operacional e um risco de produto que precisa ser comunicado com clareza.
- Comunicação de arquitetura — apresentar sistemas complexos para diferentes audiências: times de engenharia, gestão e stakeholders. Tornar o invisível visível.
- Liderança técnica — code governance, mentoria, padronização e construção de cultura de engenharia através de boas decisões de design.
- Cloud-native em profundidade — resiliência, escalabilidade e FinOps como requisitos de design, não como otimização tardia.
Vivo no ecossistema .NET (C#) e Microsoft Azure. No dia a dia, Clean Architecture e DDD para manter sistemas grandes organizados, Azure Service Bus e RabbitMQ para comunicação assíncrona, e EF Core com SQL Server e PostgreSQL no lado dos dados.
Para observabilidade, OpenTelemetry como base de instrumentação e Grafana para visualização. Pipelines no Azure DevOps com GitFlow — e quando algo leva mais de 5 minutos sem motivo, vira um item de otimização.
Comunicação técnica em três idiomas — essencial pra trabalhar com documentação internacional, arquiteturas de referência e times distribuídos.
Português — Nativo. Toda a comunicação do dia a dia, documentação técnica, code review e apresentações de arquitetura.
English — Intermediário (B1). Leitura e escrita técnica: RFCs, docs de plataforma, issues, PRs e comunicação com fornecedores. Em evolução ativa.
Español — Básico (A1). Frases e vocabulário fundamentais. Aprendendo ativamente.
Repositórios sendo organizados e documentados para publicação pública. A maioria do trabalho relevante vive em ambientes privados — arquiteturas, integrações e sistemas de produção que não cabem num repo aberto.
Em breve, projetos selecionados por aqui.