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Trabalhando com Docker
A estrutra está dividia em três grupos, sendo a primeira a de proxy reverso, responsável por acessar diferentes instâncias da API, as APIs por sua vez acessam o mesmo banco.
Em grandes linhas, você sempre terá um proxy reverso que delegará a alguma instância de API para processar a requisição, a aplicação por sua vez acessará o banco de dados.
No Docker-compose e na configuração do NGINX deixei inicialmente uma instancia de API habilitada, de modo que você possa desenvolver e testar uma situação real passando ponto a ponto do proxy ao banco, mas em um ambiente de produção recomendo usar mais de uma instância e configure também, ou ainda, use Kubernets o Swarn para gerênciar seu workflow e fazer o scaling de acordo com a sua necessidade.
docker-compose up- User: pguser
- Password: pguser
- Db: db
- Host: 127.0.0.1
- Port: 5432
No Dockerfile existem diferentes opções de execução, a Default é usando PM2 com o modo watch habilitado, de modo que todo ajuste na pasta src forçará o reload da aplicação. Além disso a aplicação por padrão está em modo debug na porta 9229, permitindo assim o debug.
Para teste local basta acessar:
- http://localhost:3000 (SEM PROXY REVERSO)
- http://localhost:8080 (COM PROXY REVERSO NGINX)

