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Releases: xandroalmeida/mySSH
Release list
mySSH v0.2.1
mySSH v0.2.1 — 2026-10-17
Destaques
- O terminal agora exibe corretamente os gráficos de programas como o
btop: os caracteres Braille, que antes apareciam como quadrados vazios, são desenhados normalmente. - Nova fonte do terminal: Cascadia Mono, que cobre bordas e caixas, blocos, formas geométricas, Braille, boa parte dos Symbols for Legacy Computing e os separadores do Powerline.
Correções
- Caracteres usados por ferramentas de terminal (gráficos em Braille, sextantes, separadores Powerline) não aparecem mais como quadrados vazios. A fonte anterior continua como reserva para o que a nova não tiver.
Limitações conhecidas
- O negrito continua simulado (o texto é desenhado duas vezes, levemente deslocado), sem uma variante bold da fonte.
- Ícones de Nerd Fonts (usados por temas como os do starship ou do lsd) ainda não são exibidos.
- A correção foi verificada só no macOS. Windows não foi validado. No Linux, só Ubuntu 24.04 com Wayland foi testado em versões anteriores.
- Os pacotes não são assinados nem notarizados.
- Dependência com alerta de segurança conhecido para chaves RSA (RUSTSEC-2023-0071): prefira chaves ed25519.
Licença de terceiros
- A fonte Cascadia Mono (© Microsoft) é distribuída sob a SIL Open Font License 1.1.
Instalação (macOS)
make install-mac, ou abra o .dmg anexado. O app não é assinado: na primeira abertura, clique com o botão direito e escolha Abrir.
Instalação (Linux)
Baixe o AppImage anexado quando estiver disponível, marque-o como executável (chmod +x) e abra, ou instale o .deb (sudo apt install ./myssh_0.2.1_amd64.deb). Também dá para usar make install-linux.
mySSH v0.2.0
mySSH v0.2.0 — 2026-10-15
Destaques
- Interface em inglês, português (Brasil) e espanhol. O app segue o idioma do sistema e usa inglês quando ele não é um dos três.
- Novo seletor em Configurações → Idioma, com troca na hora e escolha salva.
- Mensagens de erro de conexão, transferência, sincronização e cofre também saem no idioma escolhido.
- Projeto agora é público, com página própria nos três idiomas: https://xandroalmeida.github.io/mySSH/
Novidades
- Configurações → Idioma: "Automático (sistema)", English, Português (Brasil) ou Español. Qualquer variante de português usa pt-BR, e qualquer variante de espanhol usa es.
- Arquivos de licença no repositório (MIT ou Apache-2.0, à sua escolha).
Mudanças de comportamento
-
Nomes que o app grava ficam em inglês, independentemente do idioma da interface:
- a pasta de perfis importados do
~/.ssh/configagora se chama "Imported" (antes, "Importados"). Uma pasta "Importados" já existente não é reaproveitada: a próxima importação cria "Imported"; - credenciais novas são rotuladas "Password for …" e "Passphrase for …";
- perfis duplicados recebem o sufixo "(copy)".
Itens já gravados não são renomeados.
- a pasta de perfis importados do
Limitações conhecidas
- As mensagens geradas no momento de uma falha continuam no idioma antigo se você trocar de idioma com elas na tela.
- Em inglês e espanhol, alguns textos são mais longos e podem apertar o layout de diálogos. A interface traduzida não foi revisada visualmente em todas as telas.
- Windows não foi validado. No Linux, só Ubuntu 24.04 com Wayland foi testado.
- Os pacotes não são assinados nem notarizados.
- Dependência com alerta de segurança conhecido para chaves RSA (RUSTSEC-2023-0071): prefira chaves ed25519.
Instalação (Linux)
Baixe o AppImage anexado, marque-o como executável (chmod +x) e abra, ou instale o .deb (sudo apt install ./myssh_0.2.0_amd64.deb). Também dá para usar make install-linux.
Instalação (macOS)
make install-mac, ou abra o .dmg anexado quando estiver disponível (os pacotes de cada plataforma são anexados separadamente). O app não é assinado: na primeira abertura, clique com o botão direito e escolha Abrir.
mySSH v0.1.1
mySSH v0.1.1 — 2026-10-14
Destaques
- Primeira versão validada no Linux (Ubuntu 24.04, Wayland): compila, passa nos testes, abre a janela e conecta.
- Pacotes para Linux:
.debe AppImage. - Correção de transferências: com a opção "Renomear", nenhum arquivo é mais perdido em conflitos de nome.
Novidades
- Atalhos de instalação no Linux:
make deps-linuxinstala as bibliotecas do sistema (Debian/Ubuntu),make package-linuxgera.debe AppImage, emake install-linuxinstala o app no seu usuário (~/.local, sem sudo), com ícone e atalho no menu.make uninstall-linuxdesfaz a instalação e mantém seus dados.
Correções
- Transferências com "Renomear" podiam perder um arquivo. Em uma transferência com vários arquivos, o nome livre escolhido para um conflito (por exemplo
a (1).txt) podia ser ocupado ao mesmo tempo por outro arquivo da mesma transferência, e um dos dois era sobrescrito sem aviso. Agora o app nunca sobrescreve no modo "Renomear": se o nome for ocupado, ele usa o próximo livre. Afetava todas as plataformas.
Limitações conhecidas
- Windows não foi validado.
- No Linux, só Ubuntu 24.04 com Wayland foi testado. X11, escala fracionária, IME e teclas mortas, arrastar e soltar e o cofre do sistema bloqueado não foram validados.
- O
.debfoi gerado mas não instalado nos testes; o nome do pacote émy-sshe o atalho do menu fica na categoria Desenvolvimento. - Os pacotes não são assinados nem notarizados.
- Dependência com alerta de segurança conhecido para chaves RSA (RUSTSEC-2023-0071): prefira chaves ed25519.
Instalação (macOS)
make install-mac (compila a partir do código). Esta versão não traz .dmg anexado; o da v0.1.0 continua disponível. O app não é assinado: na primeira abertura, clique com o botão direito e escolha Abrir.
Instalação (Linux)
make install-linux, ou baixe o AppImage anexado, marque-o como executável (chmod +x) e abra. Também há um .deb (sudo apt install ./myssh_0.1.1_amd64.deb).
mySSH v0.1.0
mySSH v0.1.0 — 2026-10-14
Primeira versão do mySSH, um gerenciador desktop de sessões SSH escrito em Rust. Roda localmente, sem conta e sem nuvem.
Destaques
- Terminal SSH completo, com várias sessões em abas e painéis divididos. vim, top e tmux funcionam, e o terminal acompanha o redimensionamento da janela.
- A identidade do servidor é verificada sempre: na primeira conexão o app mostra o fingerprint SHA-256, e se a chave mudar a conexão é bloqueada.
- Senhas e passphrases ficam no Keychain do sistema, nunca em arquivo de texto.
- Painel de arquivos via SFTP, com fila de transferências, progresso e cancelamento.
- Sincronização de pastas com prévia. Nada é excluído por padrão.
Novidades
- Perfis: cadastro com pastas, tags, favoritos, ambiente (DEV, HOMOLOGAÇÃO, PRODUÇÃO com aviso visual) e tema próprio. Busca, filtros e conexão rápida (
usuario@host:porta). - Autenticação:
- senha, chave privada com ou sem passphrase e SSH agent;
- MFA (keyboard-interactive);
- jump host com um ou mais saltos, validando a chave de cada servidor.
- Sessão: estados claros (conectando, autenticando, conectado, erro), desconectar e reconectar. A reconexão abre uma sessão nova e não reenvia comandos. Keepalive, timeouts e detecção de queda de rede.
- Terminal: seleção, copiar e colar, histórico com rolagem e confirmação ao colar várias linhas. Seis temas, entre eles o Cyberpunk Neon.
- Arquivos:
- navegação local e remota lado a lado, com arrastar e soltar (inclusive do Finder);
- política de sobrescrita, conflitos, retomada de arquivos grandes e erros claros, como disco cheio ou permissão negada.
- Sincronização:
- unidirecional nos dois sentidos, com prévia e conflitos decididos por você;
- modo espelho só com confirmação explícita;
- recusa executar uma prévia desatualizada e pode ser retomada.
- Importação de
~/.ssh/config: com prévia. Diretivas que executariam comandos locais são ignoradas. - Cofre e dados: bloqueio do cofre manual, por inatividade e ao suspender. Exportação e importação das configurações sem segredos.
- Interface: janela Sobre e ícone próprio.
Segurança
- Algoritmos legados (
ssh-rsa/SHA-1, CBC) desativados. Agent forwarding nunca é ativado automaticamente. - Saída do servidor não acessa a área de transferência (OSC 52 desligado) nem abre links.
- Proteções contra servidor malicioso:
- memória limitada para sequências de terminal gigantes;
- downloads limitados ao tamanho declarado;
- nomes de arquivo com caracteres de controle ou invisíveis recusados;
- nenhum caminho escapa da pasta escolhida e symlinks não são seguidos.
- Banco de dados e arquivos temporários com permissões restritas (0600/0700). Nenhuma telemetria.
Limitações conhecidas
- Validado somente no macOS (Apple Silicon). Windows e Linux compilam pelo projeto, mas não foram testados.
- O app não é assinado nem notarizado.
- Substituir um arquivo que já existe no servidor não é uma operação atômica. A retomada de transferências vale para arquivos a partir de 4 MiB.
- Teclas mortas e IME no teclado físico e o VoiceOver não foram validados. Ainda não há mouse dentro de apps como o tmux.
- A dependência
rsa, usada pelo russh, tem um aviso de segurança sem correção (RUSTSEC-2023-0071). Prefira chaves ed25519.
Instalação (macOS)
Rode make install-mac ou abra o .dmg anexado e arraste o mySSH para Aplicativos. Como o app não é assinado, na primeira abertura clique com o botão direito e escolha Abrir.