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Como usar
- Use Introdução para cada começo de novo parágrafo. Neste campo você deve dizer em poucas palavras sobre o que se trata este parágrafo.
- Use Argumento para para desenvolver a ideia de um parágrafo. A fim de que não fique cansativo para o leitor, cada parágrafo deve conter de 1 a 2 campos de Argumento.
- Use Citação para citações diretas que contenham 4 linhas ou mais. Para citações diretas de até três linhas, não há necessidade de formatação especial, neste caso, faça a citação dentro de Argumento.
- Use Conclusão para finalizar uma ideia. Use palavras chaves para indicar que está concluindo a discussão.
Introdução como "Retomada Argumentativa": Por vezes, explicar um conceito ou elaborar uma ideia não pode ser finalizado num único parágrafo, mediante a complexidade. Nestes casos, um parágrafo pode terminar com a caixa Argumento e no novo parágrafo se inicia com Introdução, fazendo uso de palavras chaces que indicam, claramente, que o parágrafo que se inicia é uma continuação do anterior.
Para citações indiretas sempre usar caixa Argumento.
Introdução: O BigCommunity surgiu do anseio da comunidade que queria usar o BigLinux com outros "sabores".
Citação: "Embora uma distro possa performar satisfatoriamente, trazer ferramentas exclusivas, atender demandas específicas de uma região, a adaptação a interface gráfica é um passo crucial na jornada de um usuário, a importância dessa etapa é tamanho, que muitos usuários decidem por uma distro Linux pela sua interface como o requisito principal de suas escolhas". (2025, p.1)
Argumento: A tentativa de conciliar o desejo da comunidade com os diferenciais que o BigLinux já apresentava foi o que moveu o projeto Big Community. Nele, a comunidade de junta (não sem ajuda dos devs) para criar outras isos com outras interfaces. No momento, existem três: Big Gnome, Big XFCE e Big Cinnamon.
Conclusão: Foi, então, por conta deste projeto, que o BigLinux alastrou seu alcance, atingiu mais usuários e os engajou para participar ativamente da criação do sistema que está, sempre, em busca de aperfeiçoamento.
Introdução: Lacan prossegue falando sobre os dois narcisismos, ele situa que há um narcisismo que se relaciona à imagem corporal e que dá unidade ao sujeito, dá forma ao seu Umwelt [ambiente] (1953, p. 131).
Argumento: É a organização imaginária da imagem que se produz do espelho côncavo, sua inserção no mundo ao mesmo tempo que os objetos reais. À isto Freud já havia chamado de Ideal-Ich (ideal do eu). E haveria, então, um outro narcisismo para além da reflexão, que se trata da relação com o outro.
Argumento: Para falar dessa relação com o outro no segundo narcisismo, retoma-se mais um termo de Freud, Ich-Ideal (eu ideal), que é posicionado como aquilo que “permite ao homem situar exatamente o que em seu ser tem a relação imaginária libidinal fundamental com o mundo em geral, ou seja, permite-lhe "ver" em seu lugar, estruturar, em função desse lugar, de seu mundo, o que é propriamente seu ser” (1953, p. 132). Acrescenta ainda, que, o sujeito vê o seu ser nessa reflexão na relação com o outro, em relação ao Ich-Ideal.
Introdução: O segundo espelho, então, marca outro tipo de oposição, aquela já anunciada por Freud, O Ich-Ideal como a forma oposta ao Ideal-Ich (1953, p. 154).
Argumento: O Ideal do Eu articula, como vimos, o Imaginário e o Real, já o Eu Ideal, Lacan localiza na relação com o outro, naquilo em que seu “ser” é formado para o mundo a partir deste outro, ele diz que “é a relação simbólica que define a posição do sujeito como vidente [aquele que vê]. É a palavra, a função simbólica que pode(...) definir o maior ou menor grau de perfeição, de completude, de aproximação do imaginário” (1953, p.160).
Conclusão: Deste modo, Lacan usa o segundo espelho para mostrar a relação entre Simbólico e Imaginário na constituição do sujeito.