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@deskcommcrm-release deskcommcrm-release released this 28 Aug 21:56
· 183 commits to main since this release
95ba16e

Adicionado

  • O sistema inteiro em espanhol, com o idioma trocável em três lugares Quem instala na América Latina agora escolhe o idioma na própria instalação,
    e o sistema abre em espanhol para todo mundo da empresa — inclusive para quem
    for convidado depois e nunca abriu o próprio perfil.

    Antes, o espanhol existia pela metade: só as telas do dia a dia estavam
    traduzidas, e o resto aparecia em português para quem tinha escolhido espanhol.
    Agora a tradução cobre Agenda, Desempenho, Radar, Respostas rápidas, IA e o
    painel de administração, com um teste automático que reprova qualquer texto novo
    que apareça sem tradução.

    O idioma se troca em três lugares, na ordem em que se costuma precisar deles:

    • No topo de qualquer tela — o botão PT/ES ao lado do controle de tema.
      Um clique, sem procurar nada. É onde recorre quem abriu o sistema num idioma
      que não lê.
    • Na instalação — o install.sh pergunta, e a resposta define o idioma da
      empresa inteira.
    • Em Configurações — no seu perfil (só para você) ou em Organização (para
      todo mundo que entrar sem preferência própria).

    Também está consertado um controle que não fazia nada: o seletor de Idioma em
    Configurações › Organização era gravado no banco e nunca era lido. Quem o
    mudasse não via diferença nenhuma. Agora ele vale para toda pessoa da empresa
    que não tenha escolhido um idioma seu.

    As datas também acompanham o idioma. "quinta-feira, 3 de março" vira
    "jueves, 3 de marzo" — não sobrou aquele meio-termo em que a tela fala espanhol
    e a data insiste no português.

    Duas exceções, de propósito: os e-mails que o sistema envia seguem em
    português (quem recebe um convite ainda não tem conta, então não há preferência
    de idioma para consultar), e o relatório de LGPD também — ele responde a uma
    lei brasileira, e mudar a forma dele conforme quem apertou o botão seria errado.


    A tradução para espanhol é, em boa parte, contribuição de @JowaniOrantes, que
    abriu três frentes de trabalho por conta própria: as áreas de IA e administração
    (#352), o módulo de Agenda (#379) e as correções que vieram do QA visual dele.
    São 57 commits e mais de 460 entradas de dicionário que este release não teria
    sem esse trabalho.

Corrigido

  • Pausar um agente de IA agora o cala de verdade Pausar o único agente publicado da organização fazia um agente que a tela
    chamava de "Rascunho" voltar a responder no WhatsApp pelo caminho antigo de
    resposta — com o texto do cadastro, sem as ferramentas nem os limites da versão
    publicada.

    Junto disso, a tela passou a dizer a mesma coisa que o motor faz: o seletor de
    dono de negócio deixou de esconder agentes publicados (e de oferecer os
    pausados), e o selo da Inbox só diz "Automático" quando existe mesmo alguém para
    atender.

  • Instalação nova não obriga mais a verificação em duas etapas logo de cara Quem instalava pelo instalador automático caía, logo depois do primeiro acesso,
    numa tela obrigatória pedindo para cadastrar a verificação em duas etapas — um
    passo que o assistente de instalação nunca anunciou. A verificação é opcional
    desde a versão 1.0 e se liga em Configurações › Segurança, mas o instalador não
    acompanhou essa decisão e deixava o valor obrigatório.

    Quem já instalou e já configurou a verificação não é afetado: nada é desligado
    de quem já tem. A mudança vale só para instalações novas, que passam a nascer
    como sempre foi a intenção — com a escolha nas mãos de quem administra.

  • O mesmo celular escrito das duas formas passa a cair sempre no mesmo cadastro Quando um celular ainda existia gravado nas duas formas — com e sem o nono
    dígito —, o sistema podia escolher qualquer uma das duas ao reencontrar a
    pessoa. Na prática isso aparecia no pior momento: a resposta do cliente entrava
    no cadastro errado, o follow-up não a reconhecia como resposta, e a mesma
    pergunta era enviada de novo.

    Agora a escolha é sempre a mesma e é sempre a forma com o nono dígito, que é a
    que o CRM guarda e mostra. Você não precisa fazer nada.

  • Quando a IA falha ao responder, o erro deixa de sumir A peça que faz a IA responder às conversas registrava as próprias falhas apenas
    num log que ninguém lê. Se ela parava de responder por um erro, não havia sinal
    em lugar nenhum — só o silêncio no WhatsApp do cliente. Agora esse erro é
    enviado ao serviço de monitoramento, o mesmo que o resto do sistema já usava.

    Quem opera não precisa fazer nada, e nenhum dado de conversa é enviado: o
    sistema já limpa o conteúdo antes de mandar.

  • O instalador para de confundir comentário com valor de configuração No arquivo de exemplo que serve de base para a configuração da VPS, as
    explicações ficavam na mesma linha dos valores. O instalador lê esse arquivo
    linha a linha e tratava a explicação como parte do valor — então uma senha, um
    endereço ou uma chave podiam chegar ao servidor com um texto extra colado no
    fim, e o erro só aparecia depois, num lugar sem relação com a causa.

    As explicações passaram para a linha de cima. Quem já tem o servidor rodando não
    precisa refazer nada; a mudança protege quem instala do zero a partir de agora.

  • Quem baixa o projeto no Windows consegue rodar os testes Isto é do nosso processo de desenvolvimento, não do sistema que você usa. Quem
    baixava o projeto no Windows não conseguia rodar a bateria de testes do banco:
    o sistema operacional alterava os arquivos de banco de dados na cópia, e uma
    conferência de integridade recusava tudo antes de o primeiro teste rodar.

    Para quem opera uma VPS nada muda — o servidor sempre rodou em Linux, onde a
    alteração não acontece.

  • O relógio externo do follow-up passou a ser testado de ponta a ponta Quem roda o sistema numa hospedagem sem agendador próprio — o plano gratuito da
    Vercel é o caso comum — depende de um serviço de cron externo bater de tempos em
    tempos para os follow-ups andarem. Esse caminho tinha runbook e nunca tinha sido
    exercitado: se ele parasse de funcionar, ninguém receberia erro, e os follow-ups
    simplesmente ficariam parados.

    Agora um teste automático dispara a batida de fora, como o cron real faz, e
    confere que o follow-up de fato anda — e que uma batida sem a chave certa é
    recusada sem mexer em nada. Você não precisa fazer nada: nada mudou no
    comportamento, só passou a existir uma rede que avisa se ele quebrar.

  • Uma rede a mais contra vazamento entre empresas O sistema separa os dados de cada empresa por uma regra no banco, e essa regra
    precisa ser ligada tabela por tabela. Faltava uma verificação automática que
    recusasse uma tabela nova sem essa proteção — a conferência dependia de alguém
    lembrar. Agora ela é feita a cada mudança, e o que já existe está registrado
    como dívida conhecida, para a lista só diminuir.

    Nada muda para quem opera: é uma proteção contra um erro futuro, não a correção
    de um vazamento existente.