v1.5.0 — quem manda na conversa, os leads do formulário, e o agente que ficava mudo
O histórico de quem chega pelos seus formulários agora existe — inclusive de quem não
entrou. As automações passam a poder responder com uma mensagem escrita pela IA a partir do
que a pessoa preencheu. E a automação parou de marcar "Sucesso" para mensagem que nunca
chegou ao cliente.
O Inbox passa a dizer quem manda em cada conversa — e o conserto principal não é de tela:
clicar "Assumir" não parava o atendimento automático, então os dois respondiam o mesmo cliente.
⚠️ Requer atenção
O horário em que as automações mandam mensagem passa a ser o seu, e não o do servidor.
A proteção de horário da automação era medida pelo relógio da máquina, que roda em UTC —
então a faixa "7h às 22h" era, na prática, 4h às 19h de Brasília. Duas consequências
que você talvez tenha visto sem saber a causa: uma automação disparada às 19h30 não saía e
ficava esperando até as 4h da manhã seguinte; e uma disparada de madrugada saía, mandando
mensagem para o cliente às 5h. Agora vale o seu fuso, e vale a faixa que você configurou
em Conexões › Proteção de envio — a mesma que a IA já respeitava. Se você apertou ou
ampliou esse horário achando que só mexia com a IA, confira: agora ele também rege as
automações. Quem nunca mexeu fica com 7h às 22h no horário de Brasília. Se o seu negócio fica em outro
fuso, escolha o seu em Conexões › Proteção de envio, no campo "Fuso horário da janela" — e
confira conexão por conexão, porque essa escolha é de cada número, não da instalação inteira.
Assumir uma conversa agora PARA o atendimento automático nela. Antes não parava, e os dois
respondiam o mesmo cliente. Quem clicava "Assumir" no Inbox ganhava a conversa na tela, mas o
automático continuava respondendo por baixo — ele só ficava quieto por 5 minutos depois que o
atendente mandava uma mensagem, e voltava a falar sozinho em seguida. Agora assumir e transferir
silenciam o automático naquela conversa, e "Liberar" ou "Fechar" desfazem o silêncio que a
pessoa pôs. Há uma exceção que importa: quando foi o próprio automático que passou o caso
para uma pessoa, "Liberar" e "Fechar" não o trazem de volta — ali quem devolve é o botão
"Devolver ao automático", no topo da conversa. É justamente o caso das conversas que
aparecem na aba "Fila" (veja o aviso abaixo). Se a sua
equipe se acostumou a assumir a conversa e deixar a IA responder junto, esse hábito muda aqui.
A distribuição por rodízio NÃO cala o automático — distribuir é escolher quem cuida se precisar,
não tomar a conversa. Só o clique de uma pessoa silencia.
A aba "Fila" vai mostrar mais conversas do que mostrava, e o número do badge pode subir de uma
vez. Não é conversa nova: são as que a IA já tinha passado para uma pessoa e que não apareciam em
aba nenhuma. Se o número saltar depois de atualizar, é isso — e vale olhar, porque são pessoas
esperando resposta há mais tempo do que você imaginava.
Esta versão mexe no banco de dados. O update.sh aplica sozinho; não há passo
manual — são tabelas e estados novos: o histórico de captação, o estado de espera das
automações e o registro de quem está no comando de cada conversa.
Se você está vindo da 1.4.0, os dois avisos abaixo são da 1.4.1 e valem para você. A tela de
atualização mostra só a seção da versão que você está instalando, então eles vão repetidos aqui
para não passarem em branco. Se você já atualizou para a 1.4.1, já os leu — pule.
- A IA passa a atender aos domingos, e antes não atendia. O padrão de fábrica da janela
anti-banimento mudou na 1.4.0: domingo era dia mudo e passou a ser dia normal (a faixa de
horário continua a mesma). Se o seu negócio depende de silêncio no domingo, desligue em
Conexões › Proteção de envio, na chave "Enviar aos domingos", por canal. Quem já tinha
mexido ali teve a escolha respeitada. Novidade desta versão: essa chave passou a valer
também para as automações — desligá-la faz o lead que preencher seu formulário no domingo
só ser abordado na segunda de manhã. - Duas conexões oficiais do WhatsApp com a mesma conta da Meta: fica com o identificador a
conexão MAIS RECENTE, e a mais antiga recebe o sufixo-conflito-. Nada foi apagado. A 1.4.0
disse o contrário — se você apagou a conexão SEM o sufixo por causa daquela frase, era a que
estava funcionando; reconecte o número em Conexões.
Adicionado
- "Leads recebidos", em Webhooks: quem chegou pelo formulário, com o que preencheu.
Até aqui, o formulário do seu site entregava o lead e não sobrava registro nenhum de como
ele chegou. Agora há uma aba com a lista: nome, data e hora, de qual formulário veio, a
página em que a pessoa estava, o endereço de internet dela e as etiquetas de campanha
(utm_sourcee companhia). Clicando na linha, todos os campos do formulário como ela
preencheu, e um atalho para o lead no funil. Dá para filtrar por busca, por origem, por
resultado e por período.
E aparece também quem NÃO entrou. Um formulário cujos campos o CRM não reconhece era
recusado em silêncio: quem colou o endereço no site só sabia que "não chegou nada", sem
ter onde olhar. Agora a tentativa aparece na lista como Não entrou, com o motivo escrito
em português e os campos crus do jeito que vieram — que é o que permite consertar o
formulário em vez de adivinhar. - Nas automações, no "então": "Mensagem escrita pela IA".
Antes só dava para mandar um texto pronto com{{nome}}e{{telefone}}. Se o seu
formulário pergunta o segmento, o tamanho da equipe e a maior dificuldade de hoje, quem
tem 3 funcionários e quem tem 300 recebiam a mesma frase. Agora você escolhe um agente já
publicado, escolhe o número, e escreve no campo "O que a IA deve fazer com esses
dados" — por exemplo, "cite a dificuldade que ela citou e ofereça uma conversa de 15
minutos". A IA recebe as respostas do formulário e essa sua instrução, e sabe que é a
primeira mensagem de alguém que acabou de preencher e não está esperando resposta. É o
mesmo desenho da instrução de um passo de follow-up.
Quem envia continua sendo a automação — com horário de envio, descadastro e espaçamento
entre mensagens valendo igual. A IA escreve o texto; ela não fala com ninguém por conta
própria.
Corrigido
-
A automação dizia "Sucesso" para mensagem que não chegou ao cliente. Era o relato que
originou boa parte desta entrega: automação ligada, lead entrando pelo formulário, a aba
Atividade mostrando um "Sucesso" verde — e nenhuma mensagem no celular de ninguém. A
automação só sabia perguntar se tinha dado erro de programa; ela não olhava se a mensagem
de fato saiu. Agora ela olha: quando o envio falha, o resultado aparece como falha, com o
motivo em português ("Não conseguimos falar com o serviço de WhatsApp. Confira se ele está
no ar."), e um aviso é aberto na Central de avisos — o menu "Alertas", dentro de IA › Acompanhar o
agente — nomeando a regra que falhou,
porque um erro que só existe numa aba que ninguém abre é um erro invisível. -
A automação que estava só esperando o horário parecia não ter rodado. Ao adiar um
envio, ela não gravava nada: "não apareceu nada na Atividade" e "a automação não funcionou"
eram a mesma tela. Agora a espera é um estado visível na aba Atividade — Aguardando envio —, com o motivo ao
lado. Nem sempre é o relógio: o mesmo estado aparece quando o número de WhatsApp está
desconectado, e aí o que resolve é reconectar em Conexões, não esperar. -
O agente ficava mudo quando o provedor dele era diferente do provedor padrão da
organização. Quem publicou o agente numa IA (por exemplo OpenAI) enquanto a organização
continuava configurada em outra (Anthropic) tinha TODA mensagem de WhatsApp engolida: a
conversa ficava sem resposta, sem erro visível na tela do agente. Por baixo, um verificador
interno saía com o endereço de uma IA e o nome de modelo da outra, tomava "modelo inexistente"
e derrubava o atendimento inteiro antes de o agente falar. Não era preciso mexer em nada para
cair nisso — bastava a combinação. O rastro sempre esteve em IA › Execuções e o aviso em
Central de avisos ("Job descartado após esgotar tentativas"); o que faltava era o
atendimento acontecer. -
O papel Operador mandava o modelo escolhido para o provedor errado, pela mesma razão, e
o campo "Modelo do Operador" deixado em branco não fazia o que a tela prometia: ele diz "A
mesma que conversa" e usava o modelo padrão da organização. Agora vazio herda de verdade o
modelo do Conversador. -
O painel de Provedores de IA mostrava o modelo errado nos pontos que herdam do agente
(classificador de etapa, detector de manipulação, verificador de promessa, resumo de
conversa, checkpoint, sugestão de resposta e a mensagem escrita pela IA nas automações):
anunciava o padrão da organização enquanto o sistema usava o do agente. A coluna passa a
mostrar o que de fato roda, e diz de quem herdou. A "Mensagem escrita pela IA" desta
mesma versão caía no primeiro item desta lista — nas instalações com agente num provedor
diferente do padrão da organização, ela não sairia. -
A promessa da 1.4.0 sobre o limite de gasto agora é verdade. Aquela versão disse que, quando o
limite para a IA, "as conversas que estavam sendo atendidas vão para a fila de atendimento
humano". Elas iam — mas a fila na tela não as mostrava: a aba, o contador e o painel do gerente
procuravam um estado e a conversa escalada ficava em outro. Quem confiou no aviso e foi olhar a
fila não encontrou nada lá. Vale para toda passagem para humano, não só a do limite. -
O número da fila que o cliente ouve e o que a equipe vê eram contados de formas diferentes. O
"você é o Nº da fila" enviado pelo WhatsApp incluía as conversas escaladas; o número mostrado ao
atendente não. Agora é a mesma conta dos dois lados. -
Dava para saber quem atende uma conversa pela IA, mas não pela tela. O nome do atendente
chegava ao agente e não ao Inbox, que só tinha o código interno. O cabeçalho e a lista passam a
mostrar quem está no comando — pessoa (com nome e iniciais) ou automático —, e o selo diz o
motivo quando o automático está parado: alguém assumiu, está pausado para aquele cliente, ou
volta sozinho em instantes. -
Faltava o botão de desligar. Havia "Devolver ao automático" e nada para pausá-lo — ele só
parava por conta própria. Agora o mesmo lugar tem os dois lados. -
Assumir, transferir e liberar não apareciam no histórico da conversa. Passavam sem deixar
rastro no painel lateral; o motivo escrito ao transferir ficava só no registro de auditoria, que
o atendente não abre. Agora as quatro ações viram linha na atividade, com o nome de quem fez —
antes toda ação humana aparecia como "Você/time". -
Conversa encerrada deixava de dizer quem a atendeu, justamente na aba "Fechadas".
-
Numa instalação sem nenhuma IA configurada, a tela dizia "Automático atendendo". Não havia
automático nenhum: eram conversas sem ninguém. -
Quem não enxerga uma conversa conseguia ler o histórico de quem a atendeu. Com a visibilidade
restrita por atendente, o registro de troca de responsável não respeitava esse limite.