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v1.6.0 — a passagem para humano deixa de ser muda

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@melgarafael melgarafael released this 26 Aug 21:28
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bf386c1

Adicionado

  • Formulários do Respondi entram como lead, com as respostas na ficha. Antes, quem ligava
    um formulário do Respondi ao CRM recebia um erro e nenhum lead era criado — o webhook
    chegava com as respostas dentro de uma estrutura que o CRM não sabia ler, e a captação era
    recusada inteira. Agora o nome, o telefone, o e-mail e cada pergunta respondida chegam na
    ficha do contato, e o lead nasce no funil como qualquer outro. Telefone sem código de
    país é lido como brasileiro
    ((11) 99999-8888 vira +5511999998888, a mesma regra que o
    WhatsApp já usava); número de fora do Brasil precisa vir com o + e o código do país.
  • Quem recusa contato no formulário aparece na linha do tempo. Se a pessoa marcou que
    não aceita receber mensagens, isso vira um evento visível na ficha dela — em vez de a
    equipe descobrir o silêncio depois, sem saber por quê. Recusa é informação, não ausência
    de informação.
  • Todo lead que chega pelo formulário do Respondi já entra triado. Cada envio é lido na
    hora e ganha, na ficha, uma classe (A, B, C ou D) calculada a partir da pontuação do próprio
    formulário — e, quando falta a pontuação, o valor honesto "não avaliado", nunca uma
    classe chutada. Quem não tem telefone utilizável ou recusou o contato entra marcado como
    desqualificado, com o motivo. E o que precisa de olho humano — nome que parece spam,
    o mesmo telefone chegando com outro nome, ou um valor de investimento que contradiz o outro —
    fica sinalizado como aguardando revisão, sem travar nada: o lead entra no funil do mesmo
    jeito e continua elegível para o primeiro contato. Tudo isso aparece na linha do tempo da
    ficha, então dá para ver por que um lead foi parar onde foi parar.

Corrigido

  • A IA avisa o cliente antes de chamar uma pessoa — antes ela saía de campo calada.
    Quando o atendimento automático parava e a conversa ia para a fila humana, o cliente
    não recebia mensagem nenhuma: ele falava, e ninguém respondia. Acontecia nos dois
    caminhos que param a IA, e o pior deles era o silencioso — a IA tinha acabado de
    perguntar o e-mail do cliente, o sistema detectou insatisfação na mensagem dele e
    desligou o automático; o cliente respondeu a pergunta e ela caiu no vazio. Agora, em
    qualquer um dos caminhos, sai uma mensagem antes do silêncio, e ela é honesta com o
    estado da sua equipe: com gente disponível ela convida a aguardar; sem ninguém livre
    no momento, diz que o pedido ficou registrado; e numa instalação que ainda não
    configurou atendente nenhum, não promete contato. Quem pediu para parar de
    receber mensagens recebe a confirmação da parada, não uma oferta de atendente.
  • Quem vai assumir a conversa agora sabe se o cliente foi avisado. O aviso na Central
    passou a dizer, em uma linha, se a pessoa do outro lado já sabe que alguém está vindo —
    é o que muda a primeira frase que o atendente digita.
  • Conversa parada por insatisfação detectada agora abre aviso na Central. Esse caminho
    devolvia a conversa à fila e calava a IA sem avisar ninguém: o cliente sem resposta e a
    equipe sem sinal de que havia alguém esperando. Agora ele abre o mesmo aviso que os
    outros caminhos já abriam, e sem duplicar quando dois motivos disparam na mesma conversa.
  • O agente voltou a ouvir os áudios que chegam. Quem mandava um áudio ouvia de volta
    "não consigo ouvir mensagens de voz" — e a transcrição ficava pronta no sistema meio
    minuto depois, sem ninguém para usá-la. A causa era de ritmo: as tarefas de bastidor
    (baixar o áudio, transcrever, tratar mídia) só eram acordadas uma vez por minuto, e a
    resposta ao cliente não espera tanto. Medido numa instalação real: a cadeia levava de
    103 a 188 segundos, e passou a levar 18. A transcrição em si sempre levou 4 segundos —
    o resto era fila. Nada para você fazer: vale assim que atualizar.
  • A caixa de conversas voltou a se atualizar sozinha — antes só recarregando a página.
    A mensagem do cliente chegava, ficava guardada certinho, e a tela continuava parada: quem
    estava com a conversa aberta, olhando, não via nada até apertar F5. Valia também para o
    funil, o histórico do contato e as telas da IA. A causa veio de fora — uma peça de terceiros
    que o sistema usa mudou de comportamento numa atualização, e o aviso de "chegou coisa nova"
    passou a ser recusado em silêncio, sem erro em lugar nenhum. Agora a tela recebe de novo na
    hora, e ela também se recupera sozinha: se a conexão em tempo real cair, a lista e a
    conversa voltam a se sincronizar em pouco tempo em vez de ficar congeladas num passado que
    parece presente. Nada para você fazer — vale assim que atualizar.
  • A automação parou de dizer "Sucesso" para mensagem que ela nem tentou mandar. Quando o
    envio era pulado — contato sem telefone, contato bloqueado, contato que recusou receber
    mensagens — a execução aparecia na aba Atividade como bem-sucedida. Pior que o defeito que a
    versão passada corrigiu: aquele pelo menos tinha tentado. Agora aparece como Falhou, com
    a razão.
  • Quem recusa receber mensagens no formulário para de receber automação. A recusa já ficava
    visível na linha do tempo, mas nada no motor a lia — as automações de WhatsApp saíam do
    mesmo jeito. Agora a recusa fica registrada na ficha da pessoa e as duas ações de envio
    automático (mensagem escrita por você e mensagem escrita pela IA) a respeitam. Vale também
    quando a pessoa já era seu contato e mudou de ideia num envio novo. Quem nunca
    respondeu à pergunta continua recebendo normalmente
    — não perguntar não é a mesma coisa
    que ouvir "não".