You signed in with another tab or window. Reload to refresh your session.You signed out in another tab or window. Reload to refresh your session.You switched accounts on another tab or window. Reload to refresh your session.Dismiss alert
This commit was created on GitHub.com and signed with GitHub’s verified signature.
Adicionado
Formulários do Respondi entram como lead, com as respostas na ficha. Antes, quem ligava
um formulário do Respondi ao CRM recebia um erro e nenhum lead era criado — o webhook
chegava com as respostas dentro de uma estrutura que o CRM não sabia ler, e a captação era
recusada inteira. Agora o nome, o telefone, o e-mail e cada pergunta respondida chegam na
ficha do contato, e o lead nasce no funil como qualquer outro. Telefone sem código de
país é lido como brasileiro ((11) 99999-8888 vira +5511999998888, a mesma regra que o
WhatsApp já usava); número de fora do Brasil precisa vir com o + e o código do país.
Quem recusa contato no formulário aparece na linha do tempo. Se a pessoa marcou que não aceita receber mensagens, isso vira um evento visível na ficha dela — em vez de a
equipe descobrir o silêncio depois, sem saber por quê. Recusa é informação, não ausência
de informação.
Todo lead que chega pelo formulário do Respondi já entra triado. Cada envio é lido na
hora e ganha, na ficha, uma classe (A, B, C ou D) calculada a partir da pontuação do próprio
formulário — e, quando falta a pontuação, o valor honesto "não avaliado", nunca uma
classe chutada. Quem não tem telefone utilizável ou recusou o contato entra marcado como desqualificado, com o motivo. E o que precisa de olho humano — nome que parece spam,
o mesmo telefone chegando com outro nome, ou um valor de investimento que contradiz o outro —
fica sinalizado como aguardando revisão, sem travar nada: o lead entra no funil do mesmo
jeito e continua elegível para o primeiro contato. Tudo isso aparece na linha do tempo da
ficha, então dá para ver por que um lead foi parar onde foi parar.
Corrigido
A IA avisa o cliente antes de chamar uma pessoa — antes ela saía de campo calada.
Quando o atendimento automático parava e a conversa ia para a fila humana, o cliente
não recebia mensagem nenhuma: ele falava, e ninguém respondia. Acontecia nos dois
caminhos que param a IA, e o pior deles era o silencioso — a IA tinha acabado de perguntar o e-mail do cliente, o sistema detectou insatisfação na mensagem dele e
desligou o automático; o cliente respondeu a pergunta e ela caiu no vazio. Agora, em
qualquer um dos caminhos, sai uma mensagem antes do silêncio, e ela é honesta com o
estado da sua equipe: com gente disponível ela convida a aguardar; sem ninguém livre
no momento, diz que o pedido ficou registrado; e numa instalação que ainda não
configurou atendente nenhum, não promete contato. Quem pediu para parar de
receber mensagens recebe a confirmação da parada, não uma oferta de atendente.
Quem vai assumir a conversa agora sabe se o cliente foi avisado. O aviso na Central
passou a dizer, em uma linha, se a pessoa do outro lado já sabe que alguém está vindo —
é o que muda a primeira frase que o atendente digita.
Conversa parada por insatisfação detectada agora abre aviso na Central. Esse caminho
devolvia a conversa à fila e calava a IA sem avisar ninguém: o cliente sem resposta e a
equipe sem sinal de que havia alguém esperando. Agora ele abre o mesmo aviso que os
outros caminhos já abriam, e sem duplicar quando dois motivos disparam na mesma conversa.
O agente voltou a ouvir os áudios que chegam. Quem mandava um áudio ouvia de volta
"não consigo ouvir mensagens de voz" — e a transcrição ficava pronta no sistema meio
minuto depois, sem ninguém para usá-la. A causa era de ritmo: as tarefas de bastidor
(baixar o áudio, transcrever, tratar mídia) só eram acordadas uma vez por minuto, e a
resposta ao cliente não espera tanto. Medido numa instalação real: a cadeia levava de
103 a 188 segundos, e passou a levar 18. A transcrição em si sempre levou 4 segundos —
o resto era fila. Nada para você fazer: vale assim que atualizar.
A caixa de conversas voltou a se atualizar sozinha — antes só recarregando a página.
A mensagem do cliente chegava, ficava guardada certinho, e a tela continuava parada: quem
estava com a conversa aberta, olhando, não via nada até apertar F5. Valia também para o
funil, o histórico do contato e as telas da IA. A causa veio de fora — uma peça de terceiros
que o sistema usa mudou de comportamento numa atualização, e o aviso de "chegou coisa nova"
passou a ser recusado em silêncio, sem erro em lugar nenhum. Agora a tela recebe de novo na
hora, e ela também se recupera sozinha: se a conexão em tempo real cair, a lista e a
conversa voltam a se sincronizar em pouco tempo em vez de ficar congeladas num passado que
parece presente. Nada para você fazer — vale assim que atualizar.
A automação parou de dizer "Sucesso" para mensagem que ela nem tentou mandar. Quando o
envio era pulado — contato sem telefone, contato bloqueado, contato que recusou receber
mensagens — a execução aparecia na aba Atividade como bem-sucedida. Pior que o defeito que a
versão passada corrigiu: aquele pelo menos tinha tentado. Agora aparece como Falhou, com
a razão.
Quem recusa receber mensagens no formulário para de receber automação. A recusa já ficava
visível na linha do tempo, mas nada no motor a lia — as automações de WhatsApp saíam do
mesmo jeito. Agora a recusa fica registrada na ficha da pessoa e as duas ações de envio
automático (mensagem escrita por você e mensagem escrita pela IA) a respeitam. Vale também
quando a pessoa já era seu contato e mudou de ideia num envio novo. Quem nunca
respondeu à pergunta continua recebendo normalmente — não perguntar não é a mesma coisa
que ouvir "não".